Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
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O comandante da PM de Rondônia criticou o vereador Marcos Combate por sua abordagem superficial sobre o tráfico de drogas e a segurança pública. Ele enfatizou a complexidade do problema e a falta de conhecimento do vereador.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o comandante da Polícia Militar de Rondônia, Coronel Regis Braguim, criticando o vereador Marcos Combate. Braguim afirma que o vereador demonstrou falta de compreensão sobre a política de segurança pública ao atribuir às autoridades policiais a responsabilidade pelos dependentes químicos que transitam pela região central de Porto Velho.
Segundo o comandante, a questão é complexa e envolve problemas de saúde pública e sociais, que precisam ser abordados de maneira integrada. Braguim afirma que, ao usar a situação para fins políticos, o vereador não apenas revela sua ignorância sobre o assunto, mas também desconsidera o trabalho da PM/RO no combate à violência.
Durante a gravação, Braguim criticou a abordagem do vereador, sugerindo que ele deve reconsiderar o uso de seu nome devido ao seu entendimento limitado sobre combate à criminalidade. “Ele fez um vídeo falando que ia fazer um pedido de providência, mas só isso? Será que o seu conhecimento sobre segurança pública se limita a isso? É muito mais abrangente”, destacou Braguim.
O comandante ainda enfatizou que o vereador tratou a situação de forma superficial e sem demonstrar empatia em relação aos usuários de drogas. Ele questionou se um usuário de drogas poderia ser simplesmente retirado de circulação por ordem, e se o vereador havia investigado a relação entre o uso de drogas e a criminalidade na região central.
Além disso, Braguim criticou a divulgação pelo vereador do rosto de usuários de drogas em suas redes sociais, associando-os diretamente a furtos ocorridos na capital. Essa ação tem o potencial de aumentar a estigmatização de pessoas já vulneráveis.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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