Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Carregando...
Visita de Adailton Fúria a Jaru provocou repercussão política após integrantes do clã Gonçalves subirem ao palanque e sinalizarem apoio à sua pré-candidatura.
O pré-candidato ao Governo de Rondônia Adailton Fúria passou por Jaru e movimentou os bastidores políticos ao ter integrantes da família Gonçalves no palanque, sinalizando apoio ao seu projeto para as eleições de 2026.
Ao lado do ex-prefeito de Jaru, João Gonçalves, e de membros do grupo empresarial Gonçalves — com forte influência política e econômica na região —, Fúria recebeu manifestações públicas de apoio durante o encontro.
Em um momento do evento, João Gonçalves Júnior elogiou o pré-candidato: "Fúria, você foi o melhor prefeito de Rondônia e, se Deus quiser, será o melhor governador". A declaração repercutiu por envolver um grupo com ligações à União Brasil, partido presidido em Rondônia por Júnior Gonçalves, cujo pré-candidato ao governo é o ex-prefeito Hildon Chaves.
Também chamou atenção a presença de nomes ligados a outras correntes políticas, entre eles o deputado estadual Luís do Hospital, filiado ao Partido Novo e alinhado ao senador Marcos Rogério (PL), outro pré-candidato ao Governo. A participação desses atores foi interpretada nos bastidores como um movimento relevante e gerou desconforto em grupos das demais pré-candidaturas estaduais.
A aproximação de Fúria com lideranças influentes de Jaru é vista como estratégica para sua pré-campanha ao Palácio Rio Madeira, já que a região tem peso no mapa eleitoral de Rondônia para 2026. Observadores políticos entendem que o gesto pode influenciar a formação de alianças e reconfigurar apoios na disputa estadual.
Fonte da imagem: Foto: Divulgação
Fonte das informações: EuIdeal
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
Ministério pediu à PF investigar ameaças de morte e estupro contra Ana Elisa, que desativou a conta após ataques a cada dois minutos; solicitou ação a X e Meta.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.