Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
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Fechamento integra pedido de recuperação judicial do Grupo, que já fechou quase 300 lojas e demitiu cerca de 3 mil funcionários; Edson encerra 21 anos.
O Grupo Casas Bahia protocolou pedido de recuperação judicial no Foro Central Cível de São Paulo no domingo (16) com o objetivo de renegociar cerca de R$ 17,3 bilhões em dívidas e garantir a continuidade das operações. A medida abrange a própria companhia e outras nove empresas do grupo.
A decisão, aprovada pelo Conselho de Administração e pelo acionista controlador, ocorre após um processo de reestruturação que iniciou em 2023. A empresa afirma que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda durante a recuperação.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o empregado Edson Silva, que trabalhava na unidade de Ponta Porã (MS), relatou ter sido informado sobre o fechamento da loja durante uma reunião e desabafou ao encerrar uma trajetória de 21 anos na rede. Ele agradeceu a colegas, gestores e clientes e disse que sente “o coração partido” ao mesmo tempo em que tem “sentimento de dever cumprido”.
Edson lembrou que, ao longo das duas décadas, o trabalho na rede foi responsável pelo sustento da família e pela criação dos filhos. Apesar da tristeza, evitou críticas à empresa e manifestou esperança quanto ao futuro: “Deus fecha uma porta e lá na frente com certeza vai abrir outras”.
A empresa informou que as medidas adotadas fazem parte de um esforço para reduzir despesas e recuperar o equilíbrio financeiro. Somente em agosto, o grupo demitiu cerca de 3 mil funcionários e fechou quase 300 lojas; no total, considerando as etapas da reestruturação mencionadas no processo, foram reduzidos aproximadamente 11,6 mil postos de trabalho e fechadas cerca de 355 lojas.
A tabela a seguir resume os principais impactos relatados pela companhia.
| Período/Medida | Empregos | Lojas |
|---|---|---|
| Somente em agosto | cerca de 3.000 | quase 300 |
| Resultado das etapas de reestruturação | aproximadamente 11.600 | cerca de 355 |
| Estrutura atual informada pela empresa | mais de 20.000 empregados | mais de 700 lojas em funcionamento |
No pedido de recuperação judicial, a varejista classifica a crise como conjuntural e defende a viabilidade de suas operações. A recuperação judicial, mecanismo previsto na legislação brasileira, permite renegociação de dívidas sob supervisão da Justiça com a intenção de evitar a falência, preservar empregos e manter a atividade empresarial enquanto se busca o reequilíbrio financeiro.
O fechamento da unidade em Ponta Porã e as demissões locais ilustram o impacto humano da reestruturação, segundo relatos de funcionários. A companhia afirma que as ações tomadas visam reduzir custos e recuperar a saúde financeira do grupo, preservando, na medida do possível, as operações restantes.
Fonte das informações: g1.globo.com
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