Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
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Coronel Chrisóstomo (PL-RO) defende famílias removidas na Linha 106 Norte, alegando posse legal de terras há 40 anos, em operação contra ocupantes não indígenas.
O deputado federal Coronel Chrisóstomo (PL-RO) defendeu as famílias que estão sendo retiradas de suas propriedades na Linha 106 Norte, zona rural de Alvorada D’Oeste, durante a Operação Desintrusão, que é conduzida por órgãos federais. Segundo ele, essas famílias possuem títulos definitivos emitidos pelo próprio Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) há mais de 40 anos, o que demonstra a posse legal das terras.
A operação de desocupação, autorizada pela Casa Civil do Governo Federal, reúne agentes da Força Nacional, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional do Índio (Funai). Essa ação busca cumprir uma decisão judicial que determinou a retirada de ocupantes não indígenas de áreas que se sobrepõem à Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau.
Um ponto central da situação é a decisão do Supremo Tribunal Federal, que incluiu o Projeto de Assentamento Dirigido (PAD) Burareiro dentro do território indígena. Em resposta a pressões de organismos internacionais e líderes indígenas, como Txaí Suruí, o Governo Brasileiro criou a Operação Desintrusão para expulsar produtores que possuem documentos emitidos pelo governo federal. A operação teve início no dia 8 de setembro de 2025, com o objetivo de retirar invasores não indígenas e combater atividades ilegais, como a extração de madeira. Liderada pela Casa Civil, a operação inclui mais de 20 órgãos federais, incluindo a Polícia Federal, o Ibama, a Funai e o Exército, e já resultou em apreensões de madeira ilegal, multas e danos financeiros significativos.
Coronel Chrisóstomo, no entanto, argumenta que as famílias afetadas não se enquadram como invasoras, uma vez que foram assentadas pelo governo em áreas que, à época, não eram reconhecidas como terras indígenas. Ele destaca que “aquelas famílias não são invasoras”, enfatizando que foram assentadas com base em decreto anterior à criação das demarcações indígenas. O deputado critica a ação do governo, afirmando que o erro reside nas coordenadas que foram traçadas erroneamente e que, ao invés de corrigir essa injustiça, o governo está punindo quem trabalhou e contribuiu para a produção por muitas décadas.
Chrisóstomo afirmou que está acompanhando a situação em Alvorada D’Oeste de perto e pediu justiça para as famílias afetadas, que perderam plantações, currais e moradias durante a operação de desintrusão. O deputado ressaltou que estas famílias são agricultores que possuem documentação legítima, financiamento bancário e que tradicionalmente produzem alimentos.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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