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Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
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Bruno Scheid questiona demora do STF em aplicar nova dosimetria de penas para condenados de 08/01, acusando excesso e pedindo proporcionalidade na justiça.
O pré-candidato ao Senado pelo PL, Bruno Bolsonaro Scheid, voltou a criticar a forma como têm sido aplicadas as penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 em vídeo publicado em seu perfil no Instagram.
Na gravação, Scheid questionou a demora na aplicação das regras de dosimetria das penas, aprovadas pelo Congresso Nacional, e afirmou que a medida tem o apoio do procurador‑geral da República, mas ainda não produziu efeitos práticos nos processos em tramitação no Supremo Tribunal Federal.
Ele afirmou que, apesar da aprovação da nova dosimetria, "Bolsonaro e os demais envolvidos no 08 de janeiro continuam presos" e criticou o impacto pessoal das decisões: "O filho continua sem a bênção do pai. No almoço de família, a cadeira continua vazia".
Scheid perguntou se a situação representa punição legítima ou excesso: "Isso é vingança ou justiça?", disse, ressaltando que a lei foi aprovada pelo Congresso e defendida pela PGR, mas permanece "travada" no STF.
O pré-candidato também sustentou que as decisões judiciais relativas aos condenados pelos atos de janeiro transmitem, em sua avaliação, uma mensagem de intimidação a quem se opõe ao sistema político e institucional. "Já está claro que isso nunca foi justiça. Isso é um recado claro para quem ousar desafiar o sistema", declarou.
Na legenda da publicação, Scheid reafirmou que não defende ilegalidades, mas criticou a falta de proporcionalidade na aplicação das penas: "Quem errou deve responder pelos seus atos. Mas justiça também exige equilíbrio, coerência e proporcionalidade".
Ele afirmou ainda que muitos brasileiros acompanham o tema com preocupação e cobram esclarecimentos sobre as decisões judiciais, e convidou os seguidores a participar do debate com a pergunta que, segundo ele, resume a sua posição: "E você: justiça ou vingança?"
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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