Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Carregando...
Tarcísio diz que indicações no governo seguem critérios técnicos e que investigações devem ser imparciais; Milton Leite se entregou na Operação Vectura Corrupta.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta sexta-feira (18) que não consulta partidos para nomear ocupantes de cargos no governo estadual e que a administração adota critérios técnicos para as indicações.
A declaração foi feita durante um evento na Vila Leopoldina, Zona Oeste da capital, ao ser questionado sobre sua relação com o ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite, alvo de investigação na Operação Vectura Corrupta.
Tarcísio descreveu a relação com Leite como institucional, explicando que os encontros tratavam de temas de infraestrutura e saneamento, entre eles obras e serviços na região Sul da cidade, a Represa de Guarapiranga, a Rodovia Régis Bittencourt, a Estrada do M'Boi Mirim e a extensão do trem até Parelheiros.
O governador reafirmou que Milton Leite "não tinha nenhuma posição no governo do estado" e que a opção por um secretariado técnico, sem indicações partidárias, foi uma escolha adotada desde o início da gestão.
Ao comentar a investigação contra Leite, Tarcísio disse que as instituições devem agir sem distinção entre aliados e adversários e que, havendo indícios, os fatos precisam ser apurados com respeito ao contraditório e à ampla defesa.
Milton Leite se entregou à polícia na tarde de sexta-feira (18), em uma delegacia de Mogi das Cruzes. Ele havia tido prisão temporária decretada na Operação Vectura Corrupta, deflagrada na quinta-feira (17).
A investigação conduzida pela Polícia Civil e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apura suspeitas de ligação entre Leite e o Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de transporte público de São Paulo. As investigações apontam que ele teria participação em empresas supostamente controladas pela facção e que seria o "dono de fato" da Transwolff.
A defesa da Transwolff negou que Milton Leite tenha tido participação societária, gestão ou poder de ordem na empresa. Em sua apresentação à polícia, Milton afirmou estar viajando quando recebeu a notícia, disse que provaria sua inocência e compareceu acompanhado de advogado.
As autoridades responsáveis pela operação seguem apurando as evidências e colhendo esclarecimentos sobre o suposto envolvimento no esquema apontado pelos investigadores.
Fonte da imagem: Reprodução/TV Globo
Fonte das informações: Polícia Civil, Gaeco e declarações do governo estadual
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
Ministério pediu à PF investigar ameaças de morte e estupro contra Ana Elisa, que desativou a conta após ataques a cada dois minutos; solicitou ação a X e Meta.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.