CCJ conclui PEC da Segurança Pública e encaminha ao plenário
Texto prevê criação do Sistema Único de Segurança Pública, medidas contra facções e expropriação de bens, além de ampliar competências e polícias municipais.
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Fim da janela partidária redesenha a Câmara: PL manteve a maior bancada (97), PT tem 67; União Brasil liderou saídas (28) e há distorção entre votos e cadeiras.
O fim da janela partidária alterou a composição das bancadas na Câmara dos Deputados, com intensa movimentação de parlamentares que redesenhou o equilíbrio de forças e antecipou movimentações estratégicas para as próximas disputas eleitorais.
A circulação foi expressiva: o União Brasil teve o maior número de saídas, enquanto o PL foi o principal beneficiado por adesões. O balanço abre caminho para um Congresso com maior concentração de estrutura partidária em alguns partidos, mesmo que essa configuração nem sempre reflita a preferência espontânea do eleitorado.
Em números absolutos das bancadas após a janela, o PL mantém a maior representação, com 97 deputados, seguido pelo PT, com 67. Em seguida aparecem PP, com 49 parlamentares, e União Brasil e PSD, ambos com 47 cadeiras.
As mudanças também evidenciam uma distorção entre voto popular e poder parlamentar. Partidos como PP, União Brasil e PSD concentram força legislativa relevante sem, necessariamente, liderar a preferência espontânea do eleitorado — resultado do sistema proporcional, das coligações informais e da lógica de sobrevivência política no Congresso.
Na prática, a reconfiguração pós-janela mostra quem dispõe de voto e quem dispõe de estrutura organizacional e política. Essa diferença tende a influenciar negociações internas, composição de lideranças e alianças eleitorais.
Abaixo, o número de saídas e adesões registrado por partido após a janela partidária:
Fonte da imagem: Agência/Câmara
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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