Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
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Em sessão, vereadora Ellis Regina cobra do Executivo resposta até quinta (fecho do RGF) sobre reivindicações do funcionalismo, gratificações e corte de auxílio.
Ellis Regina subiu à tribuna durante sessão da Câmara Municipal para cobrar do Executivo um posicionamento oficial sobre as reivindicações dos servidores públicos. A vereadora informou que o prazo final para uma resposta da Prefeitura encerra-se nesta quinta-feira, data que coincide com o fechamento do Relatório de Gestão Fiscal (RGF).
Representando categorias e entidades sindicais — incluindo o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindep), Sintero, Sindel e SImero —, Ellis disse que o funcionalismo aguarda propostas favoráveis após o período de planejamento orçamentário da gestão.
A parlamentar, que também preside o Sindeprof, manifestou preocupação com pareceres recentes de órgãos de controle interno que indicam a retirada de gratificações de servidores da linha de frente. Ela citou como exemplo motoristas de ambulância do interior, cuja atuação envolve funções múltiplas no atendimento à saúde, como técnico em enfermagem e apoio direto no socorro médico.
Segundo a vereadora, a retirada dessas gratificações comprometeria a autonomia e as obrigações desses profissionais: “Se retirarem essa gratificação, eles não terão autonomia nem obrigação de conduzir os veículos. Estão prontos para entregar as chaves, e eu os apoiarei”, afirmou.
Ellis também lembrou sua atuação para que a Controladoria Geral do Município (CGM) fosse composta por servidores de carreira, com o objetivo de garantir imparcialidade técnica. No entanto, ela lamentou que o órgão esteja sendo utilizado para recomendar cortes na folha de pagamento que afetariam principalmente os menores salários.
Outro ponto levantado foi a retirada de auxílio de um servidor que entrou em auxílio-doença. A vereadora classificou como desumana a perda de R$ 300 nesse contexto, ressaltando que, embora o valor possa parecer pequeno para quem decide o corte, representa sustento para quem está doente. Ela afirmou que não permitirá a subtração de benefícios conquistados desde 2010.
Ellis direcionou críticas a setores da administração que, em sua avaliação, priorizam a economia sobre gratificações consideradas irrisórias enquanto ignoram outros componentes da folha. Ela externou esperança de que o Secretário-Geral de Governo, Sérgio Paraguassu, não esteja ciente dessas medidas e reafirmou confiança no diálogo que ele costuma manter com o serviço público.
Ao concluir, a vereadora questionou a prioridade de investimentos da Prefeitura, comparando a agilidade no envio de projetos que beneficiam outros setores com a lentidão ou ausência de medidas que protejam direitos básicos de servidores de carreira com décadas de serviço.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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