Menina de 12 anos tem cirurgia de escoliose paga pelo Governo de Rondonia
Após decisão judicial, Governo de Rondônia pagou R$250 mil por cirurgia que corrigiu 99% da escoliose de menina de 12 anos; operação durou quase 10h.
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Conselho suspende Milton Lívio Lemos Salles; afastamento impede acesso a sistemas e dependências do TJ-MG e redistribui processos até decisão da Corregedoria.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou o juiz Milton Lívio Lemos Salles, flagrado bebendo vinho e fumando durante uma sessão virtual de julgamento realizada na segunda-feira (10).
O magistrado ficará impedido de exercer suas funções até a decisão final da Corregedoria Nacional de Justiça. A Corregedoria-Geral de Justiça de Minas Gerais já havia determinado, na terça-feira (11), o afastamento imediato e a redistribuição dos processos sob sua relatoria.
Segundo despacho do CNJ, durante o período de afastamento o juiz está proibido de frequentar quaisquer dependências do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, de primeiro e de segundo graus, incluindo áreas do Núcleo de Justiça 4.0, e de acessar todos os sistemas judiciais e administrativos do Tribunal.
Milton Lívio Lemos Salles atua como juiz de direito auxiliar em uma unidade de segunda instância do Tribunal de Justiça de Minas Gerais voltada a processos de direito de família.
O episódio ocorreu em sessão virtual de julgamento na qual o magistrado foi flagrado consumindo bebida alcoólica diretamente da garrafa, fumando e usando bermuda. Assim que participantes perceberam o consumo do álcool, a sessão foi suspensa.
O CNJ considerou que a conduta "consumo de bebida alcoólica diretamente da garrafa e o ato de fumar durante a sessão de julgamento, à vista de todos" evidencia um estado incompatível com a serenidade, lucidez e equilíbrio exigidos da função de julgar, tornando questionável a validade das condições em que o magistrado vinha exercendo suas atribuições.
Após a repercussão do caso, o juiz gravou um vídeo, segundo registros divulgados nas redes sociais.
Fonte da imagem: Reprodução/Redes sociais
Fonte das informações: g1
Após decisão judicial, Governo de Rondônia pagou R$250 mil por cirurgia que corrigiu 99% da escoliose de menina de 12 anos; operação durou quase 10h.
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