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Pré-candidato ao Senado em Rondônia, Bruno Scheid critica o modelo atual, propõe agenda liberal com redução de impostos, defende produtor rural e critica o STF.
O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Bolsonaro Scheid (PL), intensificou críticas ao modelo político e econômico vigente, afirmando que a classe política está distante da realidade da população e defendendo mudanças estruturais.
Na área econômica, Scheid defende uma agenda liberal baseada na redução de impostos e no estímulo ao setor produtivo. Segundo ele, a alta carga tributária prejudica quem gera empregos: "É a mesma de qualquer liberal que quer menos Brasília e mais Brasil", declarou, argumentando que tributos elevados acabam diminuindo vagas de trabalho.
Ele afirmou ainda que o Congresso Nacional deve assumir protagonismo na revisão dessas políticas e mencionou apoio a uma eventual candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), como parte de um cenário político que pretende fortalecer posições favoráveis ao investimento privado.
Scheid afirmou que sua atuação será guiada por demandas sociais, não por disputas eleitorais diretas. "Adversário A ou B pra mim não importa, eu quero saber como é que tá a vida do Francisco que eu não conheço, como é que tá a vida da Maria que eu ainda não conheci", afirmou, e anunciou que percorrerá Rondônia com foco em saúde, segurança pública e economia.
Ao criticar o que chama de "político profissional", o pré-candidato defendeu renovação no Congresso e autenticidade na política: segundo ele, é preciso ter opinião firme e decisão política formada, em contraste com a montagem de personagens por políticos profissionais.
Scheid também apontou desequilíbrios entre os poderes e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele afirmou que "o Supremo é uma casa constitucional" e que a divisão dos poderes é saudável, mas avaliou que a Corte já extrapolou limites e defendeu maior delimitação das competências entre Judiciário, Legislativo e Executivo.
Sobre a fiscalização em áreas rurais, o pré-candidato criticou supostos excessos em operações e defendeu proteção ao produtor rural. Ele questionou a fiscalização de fiscais e disse conhecer a dinâmica das propriedades, sugerindo a necessidade de controle sobre quem fiscaliza.
As declarações reiteram a plataforma de Scheid voltada à defesa do produtor rural, à redução da carga tributária e à crítica a práticas institucionais atuais, com a promessa de aproximar a ação política das demandas locais e promover mudanças estruturais no país.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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