Rondônia reduz desmatamento em 49 por cento entre jan e ago 2026
Estudo do Imazon mostra Rondônia com 51 km² de desmatamento entre jan-ago/2026, segunda maior queda, mas com 2 TIs e 1 Resex entre áreas afetadas.
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Falha no disjuntor da turbina a vapor levou à parada da UTE GNA II em 10/8; proteções atuaram, sem feridos ou danos ambientais, e investigação segue.
A usina GNA II, a maior termelétrica do país, interrompeu a operação em 10 de agosto após falha no disjuntor da turbina a vapor, que afetou o transformador elevador da unidade, informou a companhia em fato relevante divulgado em 19 de agosto.
Com 1,7 gigawatt (GW) de potência instalada, a usina está localizada no complexo portuário do Açu, no Rio de Janeiro, e pertence a uma joint venture entre BP, Siemens e SPIC Brasil. A operação é movida a gás natural.
A companhia afirmou que os sistemas de proteção atuaram conforme previsto, provocando o desligamento automático da unidade após a falha no disjuntor.
Não houve feridos nem impactos ambientais decorrentes do incidente, segundo a empresa.
As equipes técnicas da companhia, com apoio do fabricante do equipamento, realizam avaliação para identificar as causas do evento e elaborar o plano de retorno da UTE GNA II à operação. A empresa não informou previsão para o reinício.
A indisponibilidade da unidade foi comunicada ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e já consta na programação de despacho do órgão.
As instalações compartilhadas com a UTE GNA I no Porto do Açu — incluindo o terminal de GNL e a FSRU — não foram afetadas e continuam em operação.
A companhia também informou ter comunicado o ocorrido à seguradora; a inspeção e a regulação do sinistro estão em andamento.
Fonte das informações: fato relevante divulgado pela companhia
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