Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Carregando...
A cirurgia a laser para retirada de cálculos renais será reestabelecida no Hospital Regional de Vilhena após manutenção de equipamento adquirido com R$ 1,3 milhão.
O secretário municipal de Saúde de Vilhena, Wagner Borges, informou que os procedimentos de cirurgia a laser para a retirada de cálculos renais voltarão a ser realizados no Hospital Regional. A retomada acontece após a finalização da manutenção de um equipamento essencial para esse serviço.
Segundo Borges, o aparelho, utilizado em cirurgias urológicas, foi adquirido com recursos que totalizam R$ 1,3 milhão, provenientes de emenda parlamentar do deputado estadual Luizinho Goebel. O deputado destinou um total de R$ 3,3 milhões em investimentos para a saúde do município.
O equipamento havia sido enviado para revisão técnica, durante a qual foi identificado um problema em uma peça importada, o que atrasou sua volta ao funcionamento. Após a substituição da peça e a realização de ajustes, o aparelho está operando normalmente novamente.
Com a volta do funcionamento do equipamento, os pacientes que estavam na fila para o procedimento poderão ser atendidos. “A partir de hoje já começamos a refazer os procedimentos das pessoas que estavam na espera”, afirmou Borges, acrescentando que a fila inclui casos acompanhados pelo setor de urologia do município.
Além do aparelho para cirurgia a laser, outras melhorias e aquisições no setor de saúde foram viabilizadas com os recursos enviados pelo deputado Luizinho Goebel, conforme relatado pela gestão municipal.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
Ministério pediu à PF investigar ameaças de morte e estupro contra Ana Elisa, que desativou a conta após ataques a cada dois minutos; solicitou ação a X e Meta.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.