Menina de 12 anos tem cirurgia de escoliose paga pelo Governo de Rondonia
Após decisão judicial, Governo de Rondônia pagou R$250 mil por cirurgia que corrigiu 99% da escoliose de menina de 12 anos; operação durou quase 10h.
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Em Santa Juliana, mulher encontrou vídeos íntimos no celular do ex-patrão; caso sob segredo de justiça apura importunação sexual, provas e indenização.
Uma mulher de 26 anos descobriu que era filmada nua no banheiro da imobiliária onde trabalhava em Santa Juliana, no Triângulo Mineiro. O caso foi registrado pela Polícia Militar em 29 de junho e está sendo investigado como importunação sexual e registro não autorizado da intimidade sexual.
Segundo a vítima, as gravações foram feitas pelo ex-patrão, de 53 anos, que foi detido pela polícia e prestou depoimento, admitindo ter escondido um celular no banheiro para gravar imagens. A mulher não trabalha mais na empresa e teve o nome preservado pela reportagem.
Ao usar o aparelho do empresário para efetuar um pagamento, ela encontrou pastas com fotos e vídeos em que aparecia nua. O caso corre sob segredo de justiça na esfera criminal. O Ministério Público do Trabalho informou que abriu procedimento preliminar para apurar as irregularidades no ambiente de trabalho.
Empregadores podem usar câmeras para segurança e fiscalização, desde que a vigilância respeite a privacidade dos trabalhadores e seja proporcional ao objetivo de proteção do patrimônio ou da integridade física. A instalação de equipamentos em banheiros, vestiários e locais destinados à troca de roupa é vedada, por violar a esfera íntima dos empregados.
Filmar alguém nu sem consentimento pode configurar crime e também ensejar ação civil por danos morais. Além da esfera penal, a vítima pode pedir reparação na Justiça do Trabalho (quando houver vínculo empregatício) ou na Justiça comum, dependendo do caso.
De modo prático:
A empresa pode ser responsabilizada administrativa, trabalhista e civilmente se falhar em garantir um ambiente seguro. Isso inclui responder por omissão na fiscalização de locais comuns e adotar medidas disciplinares e corretivas. O Ministério Público do Trabalho pode instaurar procedimento para apurar responsabilidades e exigir providências.
Especialistas recomendam os seguintes passos práticos para preservar direitos e provas:
A divulgação amplia o dano e pode configurar crimes adicionais e mais graves, além de ensejar pedidos de remoção do conteúdo nas plataformas e indenização por danos morais. É importante documentar onde as imagens foram publicadas e solicitar prontamente a remoção junto aos provedores, registrando protocolos de contato.
Casos como o relatado motivam investigação criminal e ações administrativas para apurar responsabilidades individuais e institucionais. Profissionais que se sentirem vítimas ou testemunhas devem preservar evidências e buscar prontamente apoio legal e institucional.
Fonte das informações: g1
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