Buscas na casa de Ilhan Omar em Washington por fraude imigratória
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Carregando...
Dr. Caio Machado defende que gestores de saúde usem o mesmo SUS que a população, propondo modernização por tecnologia e telemedicina para reduzir filas.
Dr. Caio Machado, pré-candidato a deputado federal pelo MDB, afirma que uma das maiores distorções do sistema público brasileiro é o fato de quem toma decisões sobre a saúde não vivenciar a realidade enfrentada pela população.
Segundo ele, políticos e gestores deveriam utilizar os mesmos serviços públicos que a população utiliza para entender na prática os problemas de filas, demora no atendimento e dificuldade de acesso a especialistas e exames.
“Se o político é um servidor público, ele deveria utilizar os mesmos serviços públicos que a população utiliza. Quem decide sobre a saúde precisa conhecer de perto a realidade de quem está na fila esperando uma consulta, um exame ou uma cirurgia”, disse Dr. Caio.
O pré-candidato reconhece o SUS como uma das maiores conquistas sociais do país e destaca que o sistema atende milhões de pessoas diariamente, mas enfrenta fragilidades relacionadas à gestão e à organização dos serviços em diversas regiões.
Com mais de 20 anos de atuação na área da saúde, incluindo trabalhos em comunidades indígenas, ribeirinhas e municípios do interior de Rondônia, Dr. Caio sustenta que transformar a saúde pública exige ações concretas, não apenas discursos.
Entre as propostas apresentadas, ele defende a modernização da rede pública por meio da tecnologia, inteligência artificial, telemedicina e integração dos sistemas de saúde, com o objetivo de reduzir filas e acelerar diagnósticos.
Dr. Caio também critica a ocorrência de privilégios: “Não é aceitável que uma autoridade tenha acesso imediato aos melhores especialistas enquanto uma mãe espera meses por uma consulta para seu filho. Não é aceitável que quem cria as regras esteja distante da realidade de quem depende delas.”
Para o pré-candidato, a aproximação entre gestores e a rotina do serviço público aumentaria a cobrança por resultados e aceleraria melhorias: “Quando o político usa o mesmo sistema que a população utiliza, ele passa a ter interesse direto em fazê-lo funcionar melhor.”
Ele esclarece que a proposta não é atacar o SUS, mas torná-lo mais eficiente, moderno, tecnológico e humano, garantindo atendimento digno e rápido a quem depende do serviço público.
Em tom de desafio, Dr. Caio conclui: “Se a saúde pública é boa para o povo, ela também deve ser boa para os políticos. E se não é boa o suficiente para eles, então não é boa o suficiente para a população.”
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
Operação em Washington investiga suposta fraude migratória envolvendo documentos da deputada Ilhan Omar; ação ocorre semanas antes das eleições.
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
Ministério pediu à PF investigar ameaças de morte e estupro contra Ana Elisa, que desativou a conta após ataques a cada dois minutos; solicitou ação a X e Meta.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.