Ala do STF defende julgar após eleições ações sobre dosimetria
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou um projeto que visa garantir acesso a exames de câncer para mulheres com deficiência, propondo melhorias na saúde preventiva.
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou, hoje, o relatório do deputado federal Thiago Flores, do partido Republicanos de Rondônia, referente ao Projeto de Lei 465/2025. Este projeto visa à organização dos serviços de saúde para a realização de exames de mamografia e citologia do colo do útero em mulheres com deficiência.
A proposta, que é de autoria da deputada Ana Paula Lima, altera a Lei nº 14.721, de 2023, e tem como objetivo garantir um acesso efetivo e humanizado aos exames preventivos do câncer de mama e do colo do útero, levando em consideração as necessidades específicas das mulheres com deficiência.
Após a aprovação, o projeto seguirá para análise nas demais comissões pertinentes, com a expectativa de se tornar uma política pública efetiva de inclusão no atendimento em saúde da mulher.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
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