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A Comissão de Infraestrutura apura a operação da Polícia Federal que destruiu 71 dragas no Rio Madeira, questionando a legalidade e os danos ambientais resultantes.
A Comissão de Infraestrutura aprovou, na terça-feira (16/09), um requerimento que solicita informações ao Ministério da Justiça sobre uma operação da Polícia Federal. A ação resultou na destruição de 71 dragas no Rio Madeira, nos municípios de Manicoré e Humaitá.
O requerimento questiona a legalidade da operação e pede esclarecimentos sobre as instruções que levaram ao bombardeio de alvos fluviais, áreas ribeirinhas e a destruição de balsas, muitas das quais eram utilizadas como moradia por famílias locais.
O senador Marcos Rogério criticou a justificativa do combate ao narcotráfico, apontando que nenhuma prisão foi realizada durante a operação. Ele destacou que a ação resultou em um ato ilegal e criminoso, causando sérios prejuízos ambientais e destruição de patrimônio. “Destruir casas-balsas com explosivos provoca mortandade de peixes e polui a água que abastece comunidades ribeirinhas, aprofundando a crise social e econômica da região”, afirmou o senador.
Rogério defendeu que o Estado deve atuar com rigor para punir ilegalidades, mas sem que isso resulte em danos ao meio ambiente e à vida dos que dependem do Rio Madeira para sua sobrevivência. “É necessário responsabilizar quem erra, mas nunca à custa do meio ambiente e da vida de quem vive na região”, concluiu.
O requerimento foi proposto pela própria Comissão de Infraestrutura e contou com o apoio de parlamentares da Região Norte, como os senadores Plínio Valério, Jaime Bagattoli, Omar Aziz, Tereza Cristina e Esperidião Amin.
Fonte das informações: Assessoria
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