Brasil oficializa açaí e busca normas para proteger terras raras
Com a banalização da IA e casos como a apropriação do açaí, cresce o debate sobre controle de terras raras e a alternância política em Rondônia.
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Bruno Bolsonaro Scheid, pré-candidato, criticou políticas de segurança: afirmou que Rondônia é 2.º mais perigoso para mulheres, com agressão a cada 30min.
O pré-candidato ao Senado Federal, Bruno Bolsonaro Scheid, criticou o atual cenário da segurança pública no Brasil e em Rondônia em vídeo publicado recentemente. Segundo ele, o sistema tem promovido uma "inversão total de valores", em que o criminoso passa a ser tratado como vítima enquanto trabalhadores e cidadãos de bem ficam desamparados.
Scheid apresentou dados sobre violência doméstica no estado para ilustrar a gravidade da situação local. Conforme o relato do pré-candidato, Rondônia teria se tornado o segundo estado mais perigoso do país para mulheres, com uma agressão a cada meia hora e um assassinato a cada 15 dias — números citados por ele como sinal do aumento da violência.
"A situação já passou de todos os limites. O cidadão de bem foi abandonado e o criminoso anda solto, rindo da nossa cara", afirmou Scheid, ao denunciar o que considera falhas na atuação das autoridades e nas políticas públicas de segurança.
Durante a fala, o pré-candidato defendeu a atuação das Polícias Militar e Civil e atribuiu o agravamento da criminalidade a políticas governamentais que, em sua avaliação, enfraquecem as forças de segurança e promovem o desarmamento da população. Para ele, essa combinação teria levado à percepção de que "o crime está mandando mais que a lei".
Ao encerrar o posicionamento, Scheid reforçou que não aceitará a continuidade do controle do crime sobre o país: "Ou enfrentamos o crime ou o crime continuará controlando o Brasil. Eu não vou aceitar isso", concluiu.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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