Desabamento de telhado de escola em Peshawar mata 18 pessoas
Em Peshawar, 17 alunos e um professor morreram; 12 ficaram feridos. Equipes de resgate procuram sobreviventes entre escombros; causas estão sob investigação.
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Alunos da Escola Cívico-Militar Getúlio Vargas, em Porto Velho, ocuparam a quadra e não entraram nas aulas após ataque a aluno de 15 anos; exigem segurança.
Alunos da Escola Cívico-Militar Getúlio Vargas, no centro de Porto Velho, se recusaram a entrar nas salas de aula nesta sexta-feira (22) e permaneceram concentrados na quadra da unidade para cobrar medidas de segurança da direção da escola e da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).
O protesto ocorreu um dia após um estudante de 15 anos ser ferido por golpes de canivete dentro da escola. Colegas relatam que o aluno apontado como autor do ataque já teria feito ameaças anteriormente, sem que medidas preventivas eficazes tenham sido adotadas pela gestão.
Na quadra, os estudantes exigem respostas sobre a segurança interna e garantias de que poderão frequentar salas de aula e demais espaços da escola sem risco de novos episódios de violência.
Em nota oficial, a Seduc informou que a situação foi rapidamente controlada pela equipe da escola, evitando um tumulto maior, e que a vítima recebeu atendimento médico imediato. Segundo a pasta, o caso “não foi considerado grave” pelas autoridades de saúde.
O adolescente ferido recebeu alta hospitalar e acompanhou o registro da ocorrência na delegacia. A Polícia Militar foi acionada logo após o ataque e o estudante suspeito foi apreendido em flagrante e encaminhado ao Departamento de Flagrantes da Polícia Civil.
A Superintendência Regional de Educação de Porto Velho informou que acompanha o caso e presta suporte à direção da Escola Getúlio Vargas e às famílias envolvidas.
O episódio levanta dúvidas sobre falhas preventivas na gestão escolar: se as ameaças relatadas pelos alunos forem confirmadas, a discussão passa a envolver não apenas o ataque em si, mas também a ausência de medidas que poderiam ter evitado o confronto. É essa lacuna que os estudantes questionam ao exigir providências imediatas das autoridades responsáveis.
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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