Ala do STF defende julgar após eleições ações sobre dosimetria
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
Carregando...
Partido comunicou desistência, mas Cleitinho insiste que vai concorrer; calendário eleitoral exige filiação até 4/4/2026, e Republicanos já apoia Marcelo Aro.
O partido Republicanos anunciou nesta quarta-feira (29) que o senador Cleitinho (REP-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais. O senador negou a informação e afirmou que continuará na disputa.
Segundo o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, a decisão de desistência foi comunicada pela legenda por volta das 10h20; a assessoria do senador divulgou a negativa cerca de 40 minutos depois.
Do ponto de vista legal, a candidatura de Cleitinho enfrenta restrições do calendário eleitoral. Embora senadores possam trocar de partido fora da janela partidária, a legislação exige que o candidato esteja filiado à legenda pela qual pretende concorrer até seis meses antes da eleição — prazo que, em 2026, terminou em 4 de abril.
Na prática, isso significa que uma eventual candidatura de Cleitinho ao governo de Minas teria de ser apresentada pelo partido ao qual ele estava filiado na data‑limite, ou seja, o Republicanos. A lei não prevê candidaturas avulsas: para concorrer é necessário registro pelo partido junto à Justiça Eleitoral, que tem a palavra final sobre a formalização das candidaturas.
Além disso, a legislação permite mecanismos de controle das direções partidárias, incluindo intervenções de instâncias nacionais em diretórios estaduais em determinadas situações, o que pode influenciar decisões sobre candidaturas.
Fontes próximas ao caso afirmaram que Cleitinho “passou o tempo” e “perdeu o timing”, reforçando a avaliação de que a janela de decisões estratégicas já se fechou para a corrida ao governo estadual.
O senador aparece na liderança da pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28), sendo apontado como favorito em todos os cenários testados, tanto no primeiro quanto no segundo turno.
Em nota, as executivas estadual e nacional do Republicanos disseram que "a ausência do senador na Convenção Estadual do Republicanos, apesar das justificativas pessoais, representou um fato político objetivo, que produziu consequências inevitáveis" e afirmaram que o partido "trabalhou duro para que essa candidatura pudesse acontecer" mas faltou "a decisão inequívoca de quem deveria ser, em primeiro lugar, candidato de si mesmo".
Na terça‑feira (28), Cleitinho divulgou nas redes sociais um vídeo produzido com inteligência artificial em que aparece uma montagem com o pai e o irmão Mateus Azevedo, falecido na semana anterior por leucemia. No vídeo, o irmão diz: "Vá e faça o que precisa ser feito. Nosso pai e eu estamos sendo muito bem cuidados aqui em cima. Estaremos orgulhosos de você. Seja forte e corajoso. Não olhe nem para a esquerda nem para a direita, siga em frente".
O PL aguardava uma definição do senador para fechar o palanque de Flávio Bolsonaro, pré‑candidato à Presidência, em Minas Gerais. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Cleitinho "perdeu o timing" e avaliou que, apesar de ser um "bom senador", teria dificuldades como candidato ao Executivo.
Cleitinho não compareceu à convenção estadual do Republicanos em Minas Gerais no sábado (25), quando seu nome deveria ter sido aprovado. Mesmo assim, havia sinais de que ele poderia rever a posição.
O Republicanos anunciou apoio ao ex‑secretário de Governo de Minas Gerais Marcelo Aro (PP). A decisão foi oficializada em reunião realizada na terça‑feira (28), com a participação de Aro, Flávio Bolsonaro e Marcos Pereira por videoconferência.
Inicialmente, Aro seria candidato ao Senado na chapa do atual governador Mateus Simões (PSD). A entrada do senador Carlos Viana no PSD inviabilizou essa estratégia, levando Aro a lançar candidatura ao governo do estado.
Fonte das informações: material fornecido
Ministros do STF sugerem adiar até após as eleições o julgamento da Lei da Dosimetria, que pode reduzir em 2 anos e 5 meses a 3 anos a pena de Bolsonaro.
Ministério pediu à PF investigar ameaças de morte e estupro contra Ana Elisa, que desativou a conta após ataques a cada dois minutos; solicitou ação a X e Meta.
Eleita por chapa única em 08/10/2026, a Mesa Diretora de Itapuã do Oeste será composta só por mulheres: Vânia Alves, Kênia Carvalho, Mineia Villa e Prof. Ângela
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.