Rondônia reduz desmatamento em 49 por cento entre jan e ago 2026
Estudo do Imazon mostra Rondônia com 51 km² de desmatamento entre jan-ago/2026, segunda maior queda, mas com 2 TIs e 1 Resex entre áreas afetadas.
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Pesquisa da Embrapa aponta que a produção de café nas Matas de Rondônia é sustentável, com menos de 1% de desmatamento em 7 dos 15 municípios analisados.
Um estudo realizado pela Embrapa destacou a sustentabilidade da produção de café na região das "Matas de Rondônia". A pesquisa utilizou geotecnologia e imagens de satélite para analisar a situação ambiental da área.
Os resultados indicaram que sete dos 15 municípios que compõem a região não registraram desmatamento entre os anos de 2020 e 2023. Esta área geográfica é formada por 15 cidades, que incluem Alta Floresta D'Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Alvorada D'Oeste, Cacoal, Castanheiras, Espigão D'Oeste, Ministro Andreazza, Nova Brasilândia D'Oeste, Novo Horizonte do Oeste, Primavera de Rondônia, Rolim de Moura, Santa Luzia D'Oeste, São Felipe D'Oeste, São Miguel do Guaporé e Seringueiras.
Durante o monitoramento, constatou-se que menos de 1% da área destinada à cafeicultura apresentou vestígios de desmatamento. Essa evidência sugere que mais da metade dos municípios da região mantém cobertura florestal, totalizando 2,2 milhões de hectares de vegetação nativa.
O estudo também salientou a importância das reservas indígenas para a preservação ambiental. Os povos indígenas são fundamentais na conservação de vastas áreas de florestas nativas primárias, abrangendo cerca de 1,2 milhão de hectares, conforme apontado pela Embrapa.
Ademais, nos 37 mil imóveis rurais cadastrados na região das Matas de Rondônia, menos de 9 mil estão envolvidos na produção de café. Destes, 95% correspondem a pequenas propriedades familiares, com uma média de 3,5 hectares cultivados com a cultura do café.
Fonte da imagem: Reprodução da internet
Fonte das informações: Embrapa
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