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O II Simpósio Rondoniense de Epilepsia discutirá políticas públicas e avanços no tratamento da doença, incluindo o uso do Canabidiol na terapia.
A epilepsia é uma condição neurológica crônica, caracterizada pela ocorrência recorrente de crises epilépticas que não são provocadas. Essas crises resultam de descargas elétricas excessivas e sincrônicas nas redes neuronais do cérebro. De acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 50 milhões de pessoas em todo o mundo convivem com essa condição, tornando-a uma das doenças neurológicas mais prevalentes e que gera significativa incapacidade social.
No estado de Rondônia, cerca de 35 mil pessoas são diagnosticadas com epilepsia, sendo que 15 mil residem em Ariquemes, o que representa 44% do total. Entre 2020 e 2024, 1.892 indivíduos com epilepsia registraram internações em unidades de saúde, refletindo 12,5% do total de ocorrências na Região Norte do Brasil. Infelizmente, 18 desses pacientes faleceram, o que equivale a 7,8% dos internados.
Para abordar as políticas públicas relacionadas ao tratamento da epilepsia e os avanços em cuidados clínicos, será realizado o II Simpósio Rondoniense de Epilepsia e Saúde Multidisciplinar. O evento é promovido pela Associação dos Portadores de Epilepsia do Estado de Rondônia (APEERON) em parceria com a Fundação Ulysses Guimarães (FUG).No simpósio, serão oferecidas duas palestras. A primeira, conduzida pelo Dr. João Hércules, abordará uma visão geral da epilepsia, incluindo seus impactos na vida de indivíduos e famílias. A segunda palestra, de maneira virtual, será ministrada pelo Dr. Marcelo Martins e discutirá o uso do Canabidiol como tratamento eficaz para a epilepsia, além das condições de acesso ao medicamento no Brasil.
Fonte da imagem: Ilustrativa/ Reprodução da Internet
Fonte das informações: Assessoria
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