Crea RO promove minicurso de estruturas protendidas com Eberick
Em 23/4, Crea-RO oferece mini-curso gratuito sobre estruturas protendidas com Eberick para profissionais e estudantes; 18h30–21h30, ministrado por Fábio Kikuchi
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Rondônia registrou uma queda drástica nos casos de febre do oropouche, passando de 1.711 em 2024 para apenas 7 este ano, após ações de saúde pública intensificadas.
Rondônia, que enfrentou uma alta considerável de casos de febre do oropouche em 2024, apresentou uma drástica redução dessa doença em 2025. No ano anterior, foram registrados 1.711 casos, enquanto até setembro deste ano, o número caiu para apenas 7, de acordo com dados fornecidos pelo Ministério da Saúde.
A diminuição significativa nos registros deve-se à atuação do Ministério Público Federal (MPF), que insistiu em ações concretas das secretarias de saúde estaduais e municipais. Como resultado, houve uma intensificação nas medidas de vigilância epidemiológica, revisão de protocolos e capacitação de profissionais da saúde, fatores que contribuíram para a contenção da febre do oropouche.
Outrossim, essas ações fizeram com que Rondônia caísse de sua posição anterior, agora registrando 14ª posição entre os 20 estados que registraram casos da doença, conforme o painel epidemiológico do Ministério da Saúde.
O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Raphael Bevilaqua, destacou a importância da resposta do Estado diante de problemas de saúde pública, ressaltando que a mobilização resultou em benefícios significativos para a população.
O MPF estabeleceu diretrizes e exigiu que as autoridades locais, incluindo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho (Semusa), implementassem diversas ações preventivas, que incluem:
Além disso, foram estipulados prazos para a implementação dessas medidas, que estão sob supervisão do MPF para garantir o cumprimento efetivo dos compromissos assumidos.
Vale lembrar que a febre do oropouche é uma doença viral transmitida principalmente pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Os sintomas típicos incluem febre de início súbito, dor de cabeça, rigidez articular e dores. Em casos mais severos, a doença pode resultar em meningite. Assim como ocorre com a dengue, não existe tratamento específico disponível, e os pacientes devem passar por acompanhamento médico, permanecendo em repouso e tratando os sintomas.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: MPF
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