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  • 07 Jun, 2026

Cicatrizes de vacinas antigas, como BCG e contra a varíola, surgiam pela aplicação superficial que provocava reação local e simbolizam avanços da imunização.

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Muitas pessoas ainda carregam cicatrizes no braço deixadas por vacinas antigas, como a BCG e a vacina contra a varíola. Essas marcas são consequência direta da técnica de aplicação empregada décadas atrás, que incidia nas camadas mais superficiais da pele e provocava reação inflamatória local.

No momento da aplicação, a resposta do organismo gerava inflamação intensa e, durante a cicatrização, formava-se tecido cicatricial. O resultado são marcas arredondadas ou afundadas na pele, visíveis em várias gerações que receberam essas vacinas.

As cicatrizes funcionam também como um marco histórico da medicina: simbolizam o avanço da imunização no combate a doenças que, por décadas, causaram milhares de mortes no mundo. A vacinação em massa alterou substancialmente o panorama epidemiológico de várias enfermidades.

Exemplos emblemáticos incluem a BCG, amplamente utilizada para reduzir as formas graves da tuberculose, e a vacina contra a varíola, cuja adoção global culminou na erradicação da doença — considerada uma das maiores conquistas da saúde pública.

Atualmente, a maioria das vacinas é aplicada por via intramuscular ou subcutânea, procedimentos que tendem a provocar menos reação local e, portanto, menos cicatrizes visíveis, diferente das técnicas usadas no passado.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo