Desabamento de telhado de escola em Peshawar mata 18 pessoas
Em Peshawar, 17 alunos e um professor morreram; 12 ficaram feridos. Equipes de resgate procuram sobreviventes entre escombros; causas estão sob investigação.
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Câncer colorretal em menores de 50: sangue nas fezes, mudança intestinal, dor abdominal ou anemia podem ser sinal; procure avaliação se persistirem.
O câncer colorretal em pessoas com menos de 50 anos tem chamado atenção porque sinais e sintomas iniciais podem ser confundidos com hemorroida, síndrome do intestino irritável, efeitos do estresse ou alimentação inadequada. Sangue nas fezes, alteração persistente do padrão intestinal e dor abdominal que não melhora não devem ser naturalizados quando se repetem por semanas.
Especialistas apontam que os sinais de alerta podem surgir meses antes do diagnóstico. O National Cancer Institute destaca que a suspeita costuma ser baixa em adultos jovens, o que atrasa investigações. Como o rastreamento rotineiro geralmente começa mais tarde para pessoas de risco habitual, reconhecer sintomas persistentes é fundamental para detectar casos precocemente.
Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute, intitulado "Red-flag signs and symptoms for earlier diagnosis of early-onset colorectal cancer", analisou dados de adultos com menos de 50 anos e identificou quatro sinais associados a maior probabilidade de câncer colorretal de início precoce: dor abdominal, sangramento retal, diarreia e anemia por deficiência de ferro. A pesquisa mostrou que o risco aumenta conforme mais sinais aparecem juntos ou se repetem ao longo do tempo.
Os sintomas que jovens não devem ignorar incluem:
Procure avaliação médica quando houver sangramento nas fezes, anemia sem causa aparente ou alteração intestinal que dure mais de algumas semanas. Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal, pólipos, doença inflamatória intestinal ou síndromes genéticas devem discutir o início do rastreamento com o médico.
Algumas orientações práticas:
Medidas de prevenção que podem reduzir o risco incluem dieta rica em fibras, limitar o consumo de carnes processadas, praticar atividade física regularmente, controlar o peso e evitar tabaco e consumo excessivo de álcool. Essas ações não eliminam totalmente o risco, mas contribuem para a redução.
Investigar cedo sinais persistentes ou progressivos pode fazer diferença no diagnóstico e no tratamento. Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação de um médico, gastroenterologista ou coloproctologista.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: Tua Saúde; National Cancer Institute; Journal of the National Cancer Institute
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