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  • 21 Apr, 2026

Pesquisadores alertam que áreas conservadas da Amazônia, essenciais para a biodiversidade, recebem pouco investimento. O estudo destaca unidades que atuam de forma eficiente.

Pesquisas científicas costumam trazer esperança e avanços, mas um novo estudo publicado na revista Biological Conservation traz uma conclusão preocupante. Ao avaliar 261 unidades de conservação na Amazônia, pesquisadores do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE) e da Universidade Federal de Goiás constatam que as áreas mais relevantes para a biodiversidade são também as menos investidas em gestão.

A menos de um mês da COP30, essa revelação evidencia que os desafios ambientais persistem e se intensificam, particularmente com os efeitos destrutivos da degradação ambiental se tornando cada vez mais evidentes. O estudo serve como um alerta importante.

Apesar do panorama desanimador, o estudo aponta oito unidades de conservação que se destacam pela eficaz gestão, como a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas, e a Reserva Biológica do Gurupi, no Maranhão. Essas áreas são exemplos de boas práticas para as 50 unidades prioritárias que enfrentam alta pressão por desmatamento e apresentam gestão classificada como fraca ou regular.

Além disso, o estudo ressalta a importância do programa Áreas Protegidas da Amazônia, que há vinte anos atua para envolver as comunidades locais na gestão dessas áreas, promovendo conselhos gestores que ajudam na tomada de decisões.

O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), teve um lançamento de sua pré-candidatura ao governo de Rondônia considerado sem expressão. O evento, que deveria mostrar força, foi marcado pela ausência de aliados significativos, como a ex-deputada federal e o patriarca de uma influente família local, resultando em críticas sobre a falta de apoio ao ex-prefeito.

Por outro lado, o governador Marcos Rocha decidiu "perdoar" o vice-governador Sergio Gonçalves, que havia sido acusado de traição. Apesar de relatos de um conflito sério, a intenção de unir forças para as próximas eleições gerou um acordo entre os dois, onde Gonçalves se compromete a usar seus recursos administrativos para apoiar Rocha em sua candidatura ao Senado.

Este acordo é visto como um jogo de conveniências, onde a necessidade de estabilidade no governo se sobrepôs a desentendimentos pessoais. Com o apoio da máquina administrativa, Rocha se posiciona como um dos favoritos para as próximas disputas eleitorais.

A análise do uso das mídias sociais por políticos em Rondônia revela que o prefeito Leo Moraes (Podemos) é o mais eficaz nesse campo, conhecido como "prefeito Tik-Tok". Entre os deputados federais, o senador Confúcio Moura (MDB) também se destaca como um bom comunicador digital.

A Agência Nacional de Águas alerta para um cenário crítico de escassez hídrica no Acre, que pode afetar Rondônia, com o nível de alguns rios já em queda. Algumas cidades estão enfrentando dificuldades de abastecimento, e já há relatos de uso de caminhões-pipa para suprir a demanda, embora este ano a situação ainda esteja controlada na capital rondoneinse.

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalon, já se posiciona como pré-candidato ao governo do Acre, enquanto Leo Moraes em Porto Velho também deverá concorrer mais tarde. A situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, pode impactar negativamente na candidatura ao Senado de Bruno Scheidt (PL), que depende do apoio de sua figura política. Confúcio Moura (MDB) também está buscando um vice para sua candidatura ao governo de Rondônia.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo