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  • 06 Jun, 2026

Bruno Scheid diz que será senador de todos os rondonienses, promete punir movimentos rurais como LCP e MST e ampliar investimentos em segurança pública.

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Bruno Bolsonaro Scheid, pré-candidato ao Senado pelo PL, afirmou em entrevista à rádio Clube Cidade de Ji-Paraná, nesta segunda-feira (27), que pretende atuar como parlamentar de todos os moradores de Rondônia, independentemente de serem ou não seus eleitores.

Durante a conversa, ele disse que serviços públicos, como o atendimento em hospitais municipais, não distinguem convicções políticas e que recursos públicos devem chegar a toda a população. Segundo o pré-candidato, suas posições ideológicas estão concentradas em pautas como o combate à chamada "ideologia de gênero", à criminalidade organizada e à manutenção de restrições ao aborto.

Scheid afirmou também que, embora algumas pessoas filiados ao PT digam que votariam nele, sua intenção é combater o que chamou de "quadrilha do PT" em Brasília por entender que o partido prejudica o país. Ainda assim, ressaltou: "serei senador de todos os rondonienses, inclusive os petistas".

Ao abordar movimentos sociais, citou a Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e o Movimento dos Sem-Terra (MST) como responsáveis por ações violentas no campo. Ele relatou ter sido vítima, em 2018, de cárcere privado em sua fazenda, onde afirma ter sido amarrado e submetido a um episódio de violência que envolveu funcionários da propriedade. Por isso, afirmou que, se for eleito, defenderá a aprovação de leis para punir movimentos que, na sua visão, utilizam a reforma agrária como pretexto para práticas criminosas.

Scheid também defendeu maior valorização da segurança pública. Segundo ele, as polícias militar e civil são bem preparadas e estão entre as melhores do país, mas enfrentam limitações por falta de investimento em armamento, infraestrutura e salários. Por isso, defende mais recursos para que as corporações possam enfrentar facções criminosas nas cidades e atos violentos no campo, afirmando que é necessário punir criminosos e não "passar a mão na cabeça de bandido".

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Assessoria