Crea RO promove minicurso de estruturas protendidas com Eberick
Em 23/4, Crea-RO oferece mini-curso gratuito sobre estruturas protendidas com Eberick para profissionais e estudantes; 18h30–21h30, ministrado por Fábio Kikuchi
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A Amazônia está se transformando em um corredor ferroviário estratégico, com investimentos em novas rotas para aumentar a competitividade nas exportações brasileiras.
A Amazônia está em processo de se tornar um importante corredor de ferrovias, visando atender às exportações brasileiras para novos mercados. Desde 2023, o Brasil abriu 403 novos mercados para seus produtos, sendo 62 em 2023, 91 em 2024, e 254 até agosto de 2025. Esses dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.
Para melhorar a logística e reduzir custos, o aumento dos investimentos em ferrovias é fundamental, garantindo que os produtos sejam entregues de maneira rápida e a preços competitivos.
A expansão da malha ferroviária na Amazônia ocorre com quatro rotas sob concessão, duas em construção, e mais 13 ferrovias que receberam autorização para serem desenvolvidas com capital privado. Essa legislação permite a construção de novas ferrovias sem a necessidade de concessão inicial.
Rondônia será um dos estados favorecidos pela construção da grande ferrovia transoceânica, que conectará o Atlântico ao Pacífico, com uma base logística em Porto Velho, avançando em direção ao Acre e ao Peru. Em comparação, o estado do Mato Grosso já apresenta um progresso mais substancial, atuando na construção de ferrovias estaduais para conectar-se às principais linhas ferroviárias.
Esse planejamento do Mato Grosso pode servir como um modelo eficaz para Rondônia, que possui uma considerável produção agropecuária, mas cujo transporte se dá principalmente por via rodoviária, encarecendo o custo e afetando a competitividade nas exportações.
Entre as principais rotas ferroviárias da Amazônia, destacam-se os projetos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e no Plano Plurianual (PPA). As concessões incluem o Corredor Leste-Oeste (Fico/Fiol), que liga Mato Grosso à Bahia, e a Ferrogrão, que conecta Sinop a Miritituba, no Pará. A extensão da Ferrovia Norte-Sul, que vai de Açailândia a Barcarena, também está em pauta. As iniciativas do Corredor Leste-Oeste e da Ferrogrão estão inseridas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).
Além disso, o PPA prevê a construção de duas grandes rotas: o Corredor Leste-Oeste (Fico/Fiol) e a Transnordestina, que interligará a Ferrovia Norte-Sul aos estados de Pernambuco, Ceará e Piauí. O orçamento público para esses projetos é inferior ao valor total estimado para as obras, com recursos majoritariamente voltados para estudos e planejamento.
Um levantamento realizado pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) a partir do Mapa Interativo das Infraestruturas de Transporte revelou a magnitude da expansão das rodovias, hidrovias e ferrovias na Amazônia Legal, destacando a relevância da região para o desenvolvimento da infraestrutura de transporte no Brasil.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Governo Federal
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