Caverna Prohodna na Bulgária conhecida como Os Olhos de Deus
Prohodna, na Bulgária, tem duas aberturas no teto que lembram olhos — na chuva parecem chorar; a entrada tem ~45 m e a lua cheia às vezes ilumina uma 'pupila'.
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Uma pesquisa do IBGE revela que 14,6% dos estudantes de 13 a 17 anos no Brasil já sofreram violência sexual, com percentual mais alto entre meninas (20,1%).
A violência sexual é uma realidade alarmante na vida de muitos estudantes no Brasil. Dados do IBGE revelam que mais de 20% das adolescentes entre 13 e 17 anos relataram já ter sido tocadas, manipuladas ou expostas de forma não consentida. As estatísticas podem ser superiores, considerando que a última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) foi realizada em 2019.
No geral, 14,6% dos alunos dessa faixa etária reconheceram ter sofrido algum tipo de violência sexual pelo menos uma vez. O percentual é ainda mais significativo entre as meninas, com 20,1%, enquanto que entre os meninos foi de 9,0%. Além disso, foi observado um maior número de relatos de violência na rede privada (16,3%) em comparação à rede pública (14,4%).
Outro dado preocupante é que 8,8% das meninas de 13 a 17 anos já foram forçadas a ter relações sexuais, a maioria antes dos 14 anos. É alarmante que, na maioria dos casos, os agressores sejam pessoas próximas às vítimas.
Entre os principais agressores, os adolescentes citaram namorados ou namoradas (29,1%), amigos (24,8%), pessoas desconhecidas (20,7%), outros familiares (16,4%) e pais ou responsáveis (6,3%). É importante ressaltar que os estudantes podiam identificar mais de um agressor, pois os casos de violência sexual frequentemente ocorrem mais de uma vez.
A metodologia aplicada na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2019 envolveu entrevistas com estudantes do 7º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. A pesquisa abrangeu 11,8 milhões de alunos de 13 a 17 anos, que responderam de forma anônima sobre temas variados, incluindo hábitos, saúde, autoimagem e saúde mental.
Fonte da imagem: Anete Lusina/Pexels
Fonte das informações: IBGE
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