Rondônia reduz desmatamento em 49 por cento entre jan e ago 2026
Estudo do Imazon mostra Rondônia com 51 km² de desmatamento entre jan-ago/2026, segunda maior queda, mas com 2 TIs e 1 Resex entre áreas afetadas.
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Produtores de soja em Rondônia iniciam um período de vazio sanitário de 90 dias, visando controlar a ferrugem asiática, doença causada por um fungo.
Desde o dia 10 de outubro, os produtores de soja em Rondônia devem observar um período de vazio sanitário que se estende por 90 dias. Essa medida é adotada para controlar a ferrugem asiática da soja, cuja causa é o fungo Phakopsora pachyrhizi.
O fungo, que é biotrófico, depende de plantas vivas para sobreviver e completar seu ciclo de vida. Por essa razão, foi estipulado um período obrigatório de pelo menos 60 dias sem a semeadura ou a manutenção de plantas vivas de soja nos campos.
Esse intervalo de ausência total de soja viverá até o dia 10 de setembro. O fungo responsável pela ferrugem é levemente disperso, principalmente por correntes de ar, o que agrava a situação. As principais fontes desse inóculo são as plantações de soja durante a entressafra, as plantas guaxas e lavouras localizadas em países vizinhos, como Bolívia e Paraguai.
A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) salienta que a eliminação das plantas de soja durante a entressafra interrompe o ciclo do fungo e, consequentemente, reduz a quantidade de esporos no meio ambiente.
Os produtores que não respeitarem o vazio sanitário em Rondônia estarão sujeitos a multas e à destruição da área plantada.
Fonte da imagem: Ésio Mendes/Secom - Governo de Rondônia
Fonte das informações: Embrapa
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