Darci Cerutti representa Sebrae Rondônia em encontro nacional
Darci Cerutti, presidente do Sebrae Rondônia, participou em São Paulo de encontros sobre governança e inovação para fortalecer o empreendedorismo local.
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O centro de Porto Velho enfrenta um aumento nos furtos de placas de veículos, evidenciando a ineficácia das autoridades e a crescente insegurança. Moradores e comerciantes exigem urgentemente ações efetivas.
O roubo de placas de veículos estacionados no centro de Porto Velho se tornou um novo símbolo da insegurança na região. Este crime, que é frequentemente associado a usuários de drogas que revendem as placas como sucata, se junta a uma série de furtos e roubos, demonstrando a falta de ação do poder público diante do avanço da criminalidade.
Comerciantes, moradores e trabalhadores enfrentam diariamente os prejuízos causados por uma onda de furtos. Estruturas metálicas, fios elétricos, portas e janelas têm sido levados sem vergonha, e agora, as placas de carros são o alvo principal, gerando transtornos aos motoristas que, ao retornarem, encontram seus veículos irregulares e sujeitos a multas.
O problema é ainda mais acentuado pela falta de uma política eficiente da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semias). A ausência de uma abordagem integrada que englobe assistência social, saúde e segurança tem contribuído para o aumento do número de usuários de drogas nas ruas, resultando na formação de uma cracolândia na área central.
Além disso, a fiscalização insuficiente sobre o comércio de sucatas agrava a situação. Denúncias revelam que muitos estabelecimentos compram itens provenientes de furtos e roubos, incluindo as placas de veículos, sem a devida cautela, o que fortalece a criminalidade e alimenta a sensação de impunidade.
George Telles, presidente da Associação dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, destacou que realizou diversas denúncias formais e participou de reuniões com autoridades para expor o cenário de insegurança no centro histórico. Contudo, nenhuma ação efetiva foi tomada até o momento.
Os apelos desesperados dos comerciantes têm sido ignorados, enquanto enfrentam constantes prejuízos e ameaças. Telles questiona: “Quem está lucrando com isso? É muito silêncio para um problema tão grave e recorrente, que permanece sem solução. Enquanto isso, a cracolândia continua se expandindo no centro.”
Com a inação do poder público, o centro de Porto Velho permanece sob o domínio da criminalidade, com comerciantes acumulando perdas e motoristas inseguros, enquanto a população clama por ações concretas para restaurar a segurança e a ordem na região.
Fonte da imagem: Rondoniaovivo
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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