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  • 22 Apr, 2026

A operação militar de 10 mil soldados no Brasil, parte da estratégia dos EUA, levanta questões sobre a neutralidade brasileira diante de conflitos regionais.

No início de outubro, mais de 10 mil militares foram mobilizados na Operação Atlas, a maior ação das Forças Armadas brasileiras até o momento, realizada em Roraima e no Amapá, regiões próximas à fronteira com a Venezuela e Guiana. Essa mobilização direta não apenas destaca a parceria entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, mas também sugere que, apesar de negociações, a situação na América Latina continua tensa, já que os Estados Unidos se preparam para uma possível intervenção militar na Venezuela e manufaturam desavenças com Colômbia e Argentina.

A Operação Atlas, cujas ações começaram a se intensificar em junho, é vista como uma medida de legítima defesa. Tradicionalmente, a diplomacia brasileira se pauta por uma postura pacifista e de neutralidade em conflitos internacionais, reconhecendo que guerras geram sofrimento significativo aos povos e instabilidades tanto regionais quanto globais.

No cenário político interno, bolsonaristas em Santa Catarina expressam descontentamento com o que consideram ingratidão das lideranças locais após a campanha “Fora Carluxo”. Eduardo e Carlos Bolsonaro, representantes da família, alegam que esses políticos foram eleitos com o apoio do ex-presidente Bolsonaro e agora se afastam dele. A situação se complica, pois as divisões se aprofundam dentro da própria família Bolsonaro, onde a ex-primeira dama demonstra apoio à deputada Carolina de Toni.

Os bolsonaristas catarinenses lutam contra uma insatisfação crescente, afirmando não querer a influência do Rio de Janeiro em suas questões locais. Em 2022, o apoio de Jair Bolsonaro foi essencial para que muitos políticos conservadores fossem eleitos, levando a um fortalecimento do movimento pró-Carluxo, apesar das contestações locais.

Com a pressão crescendo, a família Bolsonaro considera mudar sua estratégia para outros estados, como Rondônia, onde Carluxo, embora tenha chances nas pesquisas, enfrenta um cenário político hostil. A possibilidade de realocar Carluxo inclui avaliar estados vizinhos como Acre, Roraima e Mato Grosso, numa tentativa de reverter a situação de descontentamento em Santa Catarina.

Em Rondônia, a política é marcada por reviravoltas, onde figuras que perdem em uma eleição podem se destacar nas seguintes. Casos históricos, como o de Jeronimo Santana, ilustram essa dinâmica. A crise política atual é acompanhada por uma série de boatos sobre candidatos e mudanças eleitorais, incluindo possíveis deslizamentos de candidatos conhecidos, como a ex-deputada Xxxxxxx Xxxxxxxx.

O cenário político rondonienses também revela a manipulação nas pesquisas eleitorais, onde candidatos podem emergir repentinamente como favoritos com a ajuda de institutos de pesquisa que alteram dados conforme interesses financeiros. Tal prática, crítica desde décadas passadas, continua a influenciar o resultado das campanhas.

Além disso, investigações relacionadas a rachadinhas e funcionários fantasmas em assembleias legislativas e câmaras municipais levantam um alerta. Aqueles que se sentem ameaçados com possíveis punições estão dispostos a denunciar políticos implicados, aumentando a pressão sobre o sistema político local. A Caravana Esperança já se mobiliza para discutir candidatos e nominatas em um encontro que ocorrerá em março do próximo ano.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo