Caverna Prohodna na Bulgária conhecida como Os Olhos de Deus
Prohodna, na Bulgária, tem duas aberturas no teto que lembram olhos — na chuva parecem chorar; a entrada tem ~45 m e a lua cheia às vezes ilumina uma 'pupila'.
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A Marcha das Mulheres Negras de Rondônia, agendada para 12 de setembro, visa reivindicar direitos e visibilidade para a negritude, abordando temas como racismo e feminicídio.
Os movimentos sociais de negritude em Rondônia estão intensificando suas reivindicações por reconhecimento e visibilidade, com a Marcha das Mulheres Negras de Rondônia. Este evento, programado para o dia 12 de setembro, no Centro Político-Administrativo do Estado de Rondônia (CPA), visa unir diversas comunidades em uma luta conjunta por atenção e dignidade, convocando mulheres para se levantarem contra atos de racismo e feminicídio.
A marcha irá abordar uma variedade de temas, incluindo transfobia, homofobia e racismo religioso, e buscará defender os direitos das mulheres e promover a valorização da negritude. O movimento se apresenta como uma plataforma de união e força para dar voz àqueles que têm sido marginalizados e silenciados por políticas públicas que, embora aprovadas, muitas vezes não chegam à população necessitada.
Um exemplo disso é a criação de Conselhos Estaduais e Municipais da Política de Promoção da Igualdade Racial, aprovada na 2ª Conferência Regional da Promoção da Igualdade Racial em setembro de 2017, e a Lei nº 5.147, de 11 de novembro de 2021, que institui o Programa “Educação Antirracista” nas escolas estaduais. Além disso, o Programa Estadual “Mulher Protegida” (Lei 5.165/2021) foi tornado permanente, beneficiando centenas de mulheres, mas ainda precisa de ampliação nos serviços e de atuação contínua.
Sem o apoio governamental, as organizadoras têm se mobilizado por meio de intervenções públicas, aparições midiáticas e parcerias. O atual cenário em Rondônia não favorece a busca por direitos sociais, o que representa um desafio maior para as mulheres à frente da marcha. Apesar das dificuldades, as representantes permanecem determinadas. A Educadora Popular e Militante, Cacau Lisboa, afirmou: “Precisamos levar para dentro das nossas escolas a educação e o saber para que o lápis cor de pele deixe de ter a cor do europeu.”
A Pós-Doutora em Educação e Escritora, Eva Silva, utiliza a literatura como uma ferramenta de luta, ressaltando a importância de reescrever histórias que libertem o povo negro da representação de vilão ou escravizado. A Educadora Antirracista Luciene Lisboa também destacou a repressão que a voz negra ainda enfrenta na sociedade, o que expõe essa população à maior vulnerabilidade e criminalidade.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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