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Paralisação nas obras do Acesso ao Porto Novo pode obrigar desmobilização temporária e atrasar o projeto; Consórcio diz cumprir a convenção e aguarda solução.
A continuidade da paralisação dos trabalhadores nas obras do Acesso ao Porto Novo, em Porto Velho, pode comprometer o cronograma do projeto e levar à desmobilização temporária das frentes de serviço, alertou o Consórcio Construtor BR-364 nesta quarta-feira (8).
Segundo a empresa responsável pela execução do empreendimento estratégico para a logística de Rondônia, a manutenção do movimento grevista torna inviável, do ponto de vista operacional e econômico, a manutenção de equipes e maquinário parados. O consórcio atribui à continuidade da greve a responsabilidade por eventuais demissões e atrasos na entrega da obra.
O Consórcio também afirma cumprir integralmente a Convenção Coletiva de Trabalho negociada entre as entidades sindicais e assegura que observa a legislação trabalhista, previdenciária e as normas de segurança no trabalho.
O movimento paredista já recebeu intervenção judicial: o Poder Judiciário teria concedido medidas liminares garantindo o direito ao trabalho para funcionários que não aderiram à greve, bem como a livre circulação de pessoas, veículos e equipamentos e o acesso aos canteiros de obras.
A empresa informou que a paralisação tem impacto direto na execução dos serviços, reduz produtividade e pode refletir no prazo de entrega. Caso a greve persista, o consórcio diz que poderá reduzir vagas ou até desmobilizar temporariamente frentes de trabalho, por não ser viável manter contratos e equipamentos sem condições normais de execução.
O Consórcio Construtor BR-364 lamentou os efeitos da paralisação sobre a mobilidade urbana e a geração de empregos na região e declarou esperar a resolução rápida do impasse, mantendo-se disponível para esclarecimentos e reafirmando seu compromisso com a legislação, a convenção coletiva e as decisões judiciais.
Fonte da imagem: Reprodução via Acesso Transporte
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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