Pre candidato Scheid alerta para aumento da violencia em Rondonia
Bruno Bolsonaro Scheid, pré-candidato, criticou políticas de segurança: afirmou que Rondônia é 2.º mais perigoso para mulheres, com agressão a cada 30min.
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Os negacionistas do clima celebram vitória na COP30, enquanto a Regulação Europeia contra Desmatamento se prepara para impactar a indústria alimentícia em 2025.
Os negacionistas do clima, em parceria com a rede de extração e comércio de combustíveis fósseis, têm conseguido êxitos significativos, como evidenciado pela declaração final da COP30, que não condenou o petróleo de maneira definitiva. A transição para a Era do Petróleo, aguardada por muitos, foi adiada para um futuro incerto, possivelmente até 2075, quando a última gota de petróleo será extraída.
As preocupações levantadas por cientistas sobre o futuro ambiental foram colocadas em dúvida por negacionistas, que comparam as previsões catastróficas a profecias do Apocalipse, que falharam em se concretizar. Eles acreditam que a ciência e a regulação natural garantirão a preservação do planeta antes que atinjam esse limite.
Uma das principais resistências aos negacionistas é a European Deforestation-Free Regulation, focada na redução das emissões de gases de efeito estufa e na preservação da biodiversidade. Essa regulamentação, que começará a vigorar em 2025, impõe restrições à comercialização de várias commodities alimentares, incluindo gado, cacau, café, óleo de palma, borracha, soja e madeira. A limitação do prazo para sua implementação seria considerada uma vitória para os defensores da sustentabilidade e não para os negacionistas. A história já demonstrou como medidas drásticas, como tarifas elevadas, podem levar a consequências prejudiciais, indicando que a pressão sobre a indústria alimentícia também pode aumentar.
A divisão dentro da família Bolsonaro em relação aos partidos do Centrão torna-se cada vez mais evidente. O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro enfrenta dificuldades após a indicação do senador Flavio Bolsonaro, envolto em controvérsias, para a presidência do partido. Governadores como Ronaldo Caiado, Ratinho Junior e Romeu Zema já se manifestaram contra essa imposição e afirmaram suas próprias candidaturas, o que pode prejudicar a campanha da família Bolsonaro, que parece estar apenas no início de um teste de aceitação na base da direita.
A deputada federal Antônia Lucia, do Acre, está relançando sua campanha para reeleição após fazer acusações que impactaram a carreira política de seu ex-marido, o deputado federal Silas Câmara. As denúncias, que incluem traições e problemas pessoais, ganharam grande repercussão, especialmente no meio evangélico. Silas afirmou que está passando por dificuldades pessoais e que a saúde mental de Antônia está comprometida, mas a situação já causou danos significativos em sua imagem.
No estado de Rondônia, várias figuras políticas estão começando suas pré-campanhas para a eleição ao governo. O senador Marcos Rogerio é visto como favorito, enquanto o senador Confúcio Moura mobiliza sua Caravana Esperança e o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, também se posiciona para a disputa. O vice-governador Sergio Gonçalves está alinhado com o PP e a Aliança Progressista. A presença do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, permanece incerta.
A possível ruptura entre o governador Marcos Rocha e o clã Xxxxxxxx, liderado pelo ex-vice-governador, pode ter repercussões significativas nas composições partidárias para as eleições de 2026. O clã esperava receber cargos em troca do apoio ao governador, mas a aliança não foi confirmada, refletindo nas expectativas políticas e nas candidaturas.
Atualmente, o governador Marcos Rocha se mostra indeciso em relação a suas alianças para as próximas eleições ao Senado. Ele planeja se desincompatibilizar de seu cargo para concorrer, enquanto sua esposa e irmão também buscam cargos eletivos. A distribuição do poder no futuro governo é uma preocupação, com Rocha querendo garantir seu espaço.
A defesa civil emitiu alertas para os ribeirinhos durante a temporada de inverno amazônico, principalmente em relação aos desbarrancamentos nas margens do Rio Madeira. O prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, anunciou um aumento no orçamento municipal para melhorar a segurança pública na cidade, além de buscar colaboração entre diferentes esferas de governo para enfrentar a problemática da segurança.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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