Rio pede falência de Grupo Manguinhos por dívida bilionária
Governo do Rio pede conversão da recuperação do Grupo Manguinhos em falência, citando dívida de R$25,7 bi, parcelamento descumprido e receita quase zero.
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Peru e Colômbia devem aliar nacionalismo e diplomacia para gerir a Amazônia com sustentabilidade; em Rondônia, convenções e disputa eleitoral se intensificam.
Espera-se que os novos governos do Peru e da Colômbia adotem uma abordagem pragmática para a Amazônia, combinando um discurso nacionalista com ação diplomática qualificada. O objetivo é enfrentar desafios multifacetados — ambientais, sociais e de segurança — sem ficar preso ao tradicional embate entre direita e esquerda.
A primeira prioridade, segundo analistas, é abandonar a ilusão de que basta apenas proteger os recursos naturais sem permitir seu uso inteligente para reduzir a pobreza local. Comunidades amazônicas exigem que os ativos da região contribuam para desenvolvimento econômico e geração de renda, o que passa por políticas públicas que estimulem produção sustentável e inclusão social.
Para conter o crime organizado na floresta, dizem especialistas, é necessária uma presença maior e mais ativa do Estado, capaz de induzir progresso econômico e oferecer alternativas legais às atividades ilícitas. A simples preservação sem desenvolvimento, ou a repressão isolada, não têm mostrado eficácia suficiente.
O problema é, em grande parte, econômico: trata-se de definir como transformar recursos regionais em crescimento com sustentabilidade. As propostas apontam para exportação seletiva de matérias‑primas, maior industrialização local e parcerias internacionais, inclusive com Estados Unidos e China, em setores estratégicos como o das terras raras.
Em Rondônia, a temporada de convenções partidárias que começa na próxima semana tem suscitado especulações sobre mudanças nas candidaturas ao governo. Entre as hipóteses circulam substituições e ajustes de palanque, mas as confirmações só virão ao final dos encontros que homologam os nomes.
No PT local, há boatos sobre uma possível troca do candidato Expedito Neto por outro petista, mas fontes internas consideram improvável a substituição, dado o apoio que ele teria junto à direção nacional.
Troca de candidatos: No MDB, cogita‑se a substituição do professor Pedro Abib pelo ex‑senador Amir Lando, mas a movimentação enfrenta resistência: Abib conta com respaldo do líder estadual do partido e já realiza campanha ativa pelo interior em um motorhome, o que dificulta qualquer alteração sem seu consentimento.
Também há atenção ao cenário de apoios: o silêncio do ex‑governador Ivo Cassol sobre as eleições de outubro alimenta especulações sobre eventual mudança de alinhamento, o que poderia alterar o equilíbrio entre as candidaturas regionais.
Crime organizado: Observadores locais acreditam que facções ligadas ao narcotráfico têm ampliado sua influência eleitoral em Rondônia, financiando candidatos a cadeiras na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Em troca, essas organizações buscam favores como contratos públicos vultosos, indicações de cargos e a manutenção de estruturas de corrupção, o que resulta em perda de recursos públicos e enfraquecimento das instituições.
O senador Marcos Rogério (PL) fará o lançamento oficial de sua pré‑candidatura ao governo em Vilhena, com evento programado para sábado, dia 18, que contará com a presença do vice estadual Rodrigo Camargo e dos pré‑candidatos ao Senado Fernando Máximo e Bruno Scheidt. A estratégia de Rogério é realizar atos em polos regionais para reforçar sua presença eleitoral no interior.
O aumento recorrente das tarifas aéreas tem impactado viagens de lazer e deslocamentos entre Rondônia e outras regiões. Moradores de Porto Velho e de cidades do interior têm buscado alternativas como viagens de carro ou ônibus, além de deslocamentos a centros com maior oferta de voos, como Cuiabá, para reduzir custos.
Na corrida por vagas à Câmara dos Deputados, a região de Ji‑Paraná deve apresentar candidaturas competitivas, com nomes como o ex‑prefeito Jesualdo Pires, o ex‑vice‑governador Airton Gurgacz e o deputado Lúcio Mosquini mantendo bases eleitorais importantes. Paralelamente, o aumento do preço do aluguel tem pressionado a inflação local e afetado o custo de vida nas cidades do estado.
O MDB de Rondônia enfrenta dificuldades na formação das chapas para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados e pode ver redução de sua representatividade nas eleições de 2026, caso não consiga consolidar coligações e nomes competitivos.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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