Arasuper vende três lojas em Porto Velho para Rede Nova Era
Operação encerra atuação da Arasuper em Rondônia; empresa diz que recursos serão realocados ao Acre após análise estratégica, sem data de fechamento definida.
Carregando...
Indígenas interditam BR-364 (km 224) e exigem exoneração da coordenadora do DSEI Vilhena, citada por falta de remédios, transporte e atendimento.
Comunidades indígenas realizaram na manhã desta quarta-feira (8) um protesto que interditou a BR-364 na altura da ponte do distrito de Riozinho, em Cacoal (RO), causando filas em ambos os sentidos.
Após bloqueio total, a concessionária que administra o trecho informou que o tráfego passou a fluir parcialmente no quilômetro 224. O local permanece sinalizado e sob monitoramento.
Equipes de inspeção de tráfego da concessionária e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) atuam na região para orientar os motoristas, garantir a segurança e mediar o diálogo com os manifestantes.
A principal pauta do movimento é a cobrança pela exoneração imediata da coordenadora do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Vilhena, identificada pelas lideranças como Median. Os manifestantes alegam crise na gestão da saúde destinada às comunidades da região e exigem reformas estruturais urgentes.
Segundo líderes da mobilização, as aldeias enfrentam problemas que comprometem direitos constitucionais básicos. Entre as principais queixas estão:
O DSEI Vilhena é vinculado à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), órgão ligado ao Ministério da Saúde, e é responsável pela atenção primária nas terras indígenas da região.
Até a publicação desta reportagem, nem a Sesai nem o Ministério da Saúde haviam se pronunciado oficialmente sobre as acusações ou sobre o pedido de destituição da coordenadora regional.
A concessionária e a PRF orientam motoristas que precisam passar pelo quilômetro 224 a reduzir a velocidade, redobrar a atenção à sinalização e seguir as instruções das equipes no local.
Fonte da imagem: Rondoniaovivo
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Operação encerra atuação da Arasuper em Rondônia; empresa diz que recursos serão realocados ao Acre após análise estratégica, sem data de fechamento definida.
Serviço sigiloso via app oferece consultas psicológicas (até 10 sessões de 50 min) para apostadores e familiares; capacidade ampliada a 100 mil atendimentos/mês.
Porto Velho libera Aedes aegypti infectados com Wolbachia para reduzir transmissão de dengue, zika e chikungunya em 27 bairros, beneficiando 276 mil moradores.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.