Carregando...

  • 26 May, 2026

Equipe da UFAM cria microgeração piezoelétrica sem chumbo para alimentar sensores e levar energia a comunidades isoladas na Amazônia; projeto tem apoio do CNPq.

Anúncio

Pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) desenvolveram uma linha de pesquisa sobre microgeração de energia baseada em piezoeletricidade, tecnologia que converte vibrações naturais em eletricidade. O projeto, coordenado por Yurimiler Ruiz, do Laboratório de Processamento de Materiais Tecnológicos da Ufam, busca materiais livres de chumbo e mais eficientes do que os modelos tradicionais.

Segundo a equipe, os dispositivos aproveitam vibrações ambientais — e não dependem de hidrelétricas, motores ou energia solar — para alimentar sistemas de sensoriamento remoto e outros equipamentos de baixa demanda. Apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o trabalho está em estágio inicial, com aplicação imediata prevista para comunidades amazônicas isoladas que enfrentam dificuldades no acesso à energia.

Os pesquisadores destacam que os materiais desenvolvidos têm potencial para reduzir custos e aumentar a sustentabilidade das soluções locais, mas ainda são necessários testes e escalonamento antes de implantação em larga escala.

Em Rondônia, o índice de progresso social tem colocado a capital Porto Velho em posição desfavorável em levantamentos recentes, cenário atribuído principalmente à precariedade na coleta de esgoto e ao abastecimento de água, que atinge cerca de metade dos domicílios. Autoridades locais também apontam fragilidades em segurança pública, saúde, enchentes e regularização fundiária.

Especialistas e gestores afirmam que a universalização da coleta de esgoto é complexa e dispendiosa e exigirá articulação entre o município, o governo estadual e a União. Recursos federais já foram destinados no passado, mas, segundo administrações locais, parte desses valores acabou aplicada em outras finalidades.

O cenário municipal integra o contexto das eleições ao governo de Rondônia. Entre os nomes em disputa estão o ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves, da federação União Progressista; o ex-prefeito Adailton Fúria (PSD); e o professor Pedro Abib (MDB). Observadores políticos afirmam que uma vitória expressiva em Porto Velho pode ser decisiva para avanços no pleito estadual.

Adailton Fúria conta com o apoio da estrutura do governo estadual e articulações no interior do estado; sua chapa recebeu recentemente a indicação do apresentador Everton Leoni para a vice, movimento que passou a buscar maior penetração na capital. O ex-governador Ivo Cassol ainda é citado como potencial influenciador de apoio entre Fúria e Hildon Chaves.

No campo federal, o senador Marcos Rogério aparece com forte base eleitoral atribuída ao bolsonarismo em Rondônia e lidera cenários de primeira etapa da disputa. Analistas políticos destacam que, embora a força inicial seja relevante, lideranças locais contrárias à sua candidatura podem se unir no segundo turno, tornando o desfecho incerto.

Especialistas em comportamento eleitoral projetam a realização de um segundo turno para o governo do estado, com as combinações mais prováveis envolvendo Marcos Rogério e um dos principais candidatos estaduais — Hildon Chaves ou Adailton Fúria —, mas também deixam em aberto a possibilidade de surpresas de última hora, como o crescimento de candidaturas alternativas.

No âmbito da segurança pública, forças dos estados do Amazonas e do Pará intensificam operações para conter o narcotráfico fluvial na região amazônica. Autoridades alertam que o deslocamento das rotas criminosas pode pressionar áreas próximas, como o Rio Madeira, exigindo maior monitoramento e fiscalização em pontos de fronteira, sobretudo após a inauguração da ponte binacional em Guajará-Mirim.

Relatos de gestores e policiais apontam para a presença de organizações criminosas atuando por vias aéreas, fluviais e rodoviárias em Rondônia, o que reforça a necessidade de cooperação entre esferas de governo para ampliar controles e enfrentar o tráfico e o contrabando.

No plano municipal, vereadores e lideranças locais permanecem em debates acalorados sobre prioridades e condutas políticas. Entre os nomes que têm gerado controvérsia está o vereador Marcos Combate, que tem protagonizado atritos com colegas, segundo interlocutores na Câmara.



Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: material fornecido