Crea RO promove minicurso de estruturas protendidas com Eberick
Em 23/4, Crea-RO oferece mini-curso gratuito sobre estruturas protendidas com Eberick para profissionais e estudantes; 18h30–21h30, ministrado por Fábio Kikuchi
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A Secretaria de Saúde de Vilhena intensifica a vacinação contra sarampo em crianças devido ao surto na Bolívia e queda na cobertura vacinal no Brasil.
Em resposta ao surto de sarampo na Bolívia e à queda na cobertura vacinal no Brasil, a Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena está intensificando a aplicação da vacina contra a doença, com foco especial em crianças menores de um ano. Esta ação tem como objetivo prevenir a reintrodução do vírus no país, que já havia sido declarado livre do sarampo.
A cidade, seguindo as orientações da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (AGEVISA), está promovendo a aplicação da dose zero da vacina para crianças entre 9 e 11 meses de idade. Essa dose extra não substitui as vacinas do calendário regular, mas serve como uma proteção adicional. O cronograma vacinal para sarampo é o seguinte:
Segundo informações do Ministério da Saúde, o sarampo é uma doença altamente contagiosa que pode provocar febre elevada, manchas vermelhas na pele, tosse, coriza e conjuntivite. Em casos mais sérios, particularmente em crianças menores de cinco anos que não estejam vacinadas, a doença pode levar a pneumonia, encefalite e até mesmo à morte.
A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Aqueles que não possuem o esquema vacinal completo devem regularizá-lo conforme a faixa etária:
O secretário municipal de Saúde, Wagner Wasczuk Borges, destacou a importância da vacinação, afirmando que "o sarampo não deveria mais ser uma preocupação no Brasil. No entanto, com a redução na adesão à vacinação, voltamos a registrar casos da doença".
Borges também alertou que não existe tratamento específico para o sarampo, e que os medicamentos disponíveis são apenas para aliviar os sintomas. O uso de antibióticos é contra indicado, a menos que haja infecções secundárias. As recomendações incluem manter a hidratação, garantir suporte nutricional e controlar a febre. A recuperação completa do estado nutricional em crianças acometidas pode levar até oito semanas.
A administração de vitamina A é recomendada em casos suspeitos, conforme avaliação médica, para ajudar a reduzir a mortalidade e prevenir complicações.
O secretário finalizou com um conselho importante: “Diante de qualquer sintoma, procure a unidade de saúde mais próxima, não se automedique e evite expor outras pessoas. Vacinar-se é proteger a si mesmo, sua família e toda a comunidade. Vacinas salvam vidas”.
Fonte da imagem: Reprodução
Fonte das informações: assessoria
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