CCJ conclui PEC da Segurança Pública e encaminha ao plenário
Texto prevê criação do Sistema Único de Segurança Pública, medidas contra facções e expropriação de bens, além de ampliar competências e polícias municipais.
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Marcos Rocha permanecerá em Rondônia até 5 de janeiro, desistindo do Senado; decisão reconfigura disputa, impacta vice e barra candidaturas familiares.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSD), decidiu permanecer no cargo até o fim do mandato e abriu mão de disputar uma vaga ao Senado, movimento que altera diretamente o tabuleiro político das eleições estaduais deste ano.
Após o encerramento da janela partidária, Rocha confirmou que seguirá à frente do Executivo estadual até 5 de janeiro do próximo ano, interrompendo articulações que vinham sendo costuradas nos bastidores para sua eventual saída.
O principal impacto imediato recai sobre o vice-governador Sérgio Gonçalves (União Brasil). Com a permanência de Rocha, Gonçalves perde a oportunidade de assumir o comando do Estado e disputar a reeleição utilizando a máquina pública — uma vantagem estratégica relevante em disputas majoritárias.
A decisão também travou planos no núcleo familiar do governador: a primeira-dama Luana Rocha e o irmão Sandro Rocha deixaram de avançar com possíveis candidaturas, respectivamente à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa, em um recuo coordenado do grupo político.
No âmbito administrativo, as movimentações já refletem o calendário eleitoral. Em edição extra do Diário Oficial publicada na sexta-feira (3) houve exonerações de ocupantes do primeiro escalão para viabilizar candidaturas, em observância à legislação eleitoral.
Foram exonerados nomes como:
Um dia antes, o coronel Felipe Vital já havia sido desligado da Secretaria de Segurança Pública com o mesmo objetivo.
Com o cenário redefinido, a disputa pelo governo do estado se consolida, até o momento, com os pré-candidatos Adailton Fúria (PSB), Expedito Netto (PT), Hildon Chaves (União Brasil) e Marcos Rogério (PL).
A escolha de Rocha reduz o número de variáveis na sucessão estadual, enfraquece alternativas dentro do próprio grupo governista e redistribui o peso da disputa entre nomes já em pré-campanha. O efeito imediato é um cenário mais previsível — embora ainda competitivo.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Texto prevê criação do Sistema Único de Segurança Pública, medidas contra facções e expropriação de bens, além de ampliar competências e polícias municipais.
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