Darci Cerutti representa Sebrae Rondônia em encontro nacional
Darci Cerutti, presidente do Sebrae Rondônia, participou em São Paulo de encontros sobre governança e inovação para fortalecer o empreendedorismo local.
Carregando...
Curitiba é a capital com o maior Índice de Progresso Social do Brasil, enquanto Porto Velho registra os piores índices, evidenciando problemas de infraestrutura e saneamento.
O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025 revela que Curitiba, no Paraná, é a capital com maior índice de progresso social do Brasil, enquanto Porto Velho, em Rondônia, figura como a última entre as 27 capitais e o Distrito Federal. A posição precária de Porto Velho no ranking indica que sua população não tem acesso a benefícios básicos essenciais.
A qualidade de vida nas cidades é influenciada pelo atendimento das necessidades fundamentais, condições do ambiente físico e a percepção da paisagem urbana. Em Porto Velho, o déficit em saneamento básico e a carência de infraestrutura urbana, incluindo mobilidade, são fatores que comprometem a qualidade de vida dos habitantes. Ademais, a violência urbana impacta negativamente o padrão de vida na capital rondoniense.
Os dados do IPS Brasil foram divulgados na sexta-feira, 18 de agosto, após uma avaliação que abrangeu todos os 5.570 municípios brasileiros, os quais foram organizados em nove grupos que refletem diferentes níveis de qualidade de vida, utilizando um sistema de cores.
O IPS Brasil 2025 é calculado com base em 57 indicadores sociais e ambientais, distribuídos em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades. Para a elaboração do índice, é necessário que os dados sejam públicos, atualizados e que cubram pelo menos 95% dos municípios. O índice final varia de 0 a 100 e representa a média dos desempenhos nas três dimensões.
No geral, as capitais apresentaram melhores índices, destacadas em tons de azul no mapa. No entanto, Porto Velho e Macapá, no Amapá, têm desempenho inferior. As cinco capitais mais bem colocadas no ranking são: Curitiba (PR), Campo Grande (MS), Brasília (DF), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG).
As capitais nas últimas posições do Ranking 2025 incluem: Manaus (AM) em 87ª posição; Belém (PA) em 95ª; Rio Branco (AC) em 97ª; Macapá (AP) em 98ª; e Porto Velho (RO) em 99ª.
Essas cidades apresentam uma média de atendimento de água de apenas 64,2%, significativamente abaixo da média nacional de 83,1%. No que diz respeito à coleta de esgoto, a situação é ainda mais preocupante, com uma média de apenas 17%, comparada à média nacional de 55,2%. Os índices de tratamento de esgoto também são alarmantes, com apenas 23,4% do esgoto coletado sendo tratado, contrariando a média nacional de 51,8%.
Esses indicadores desfavoráveis têm um impacto direto na saúde e na qualidade de vida da população. A falta de água tratada, assim como a ineficácia na coleta e tratamento de esgoto, contribui para a disseminação de doenças transmitidas pela água, afetando o cotidiano das pessoas, comprometendo a educação das crianças e a produtividade dos trabalhadores.
Fonte das informações: Idaron
Darci Cerutti, presidente do Sebrae Rondônia, participou em São Paulo de encontros sobre governança e inovação para fortalecer o empreendedorismo local.
Dia D no Nova Esperança mobilizou 60 profissionais e visitou cerca de 2.050 casas, com conscientização, recolhimento de entulho e uso de drones.
Leda, 58, tinha sonho de ser professora frustrado por expectativas familiares; superou abuso, retomou estudos e pede que as mulheres busquem independência.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.