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  • 19 Apr, 2026

Política e meio ambiente se encontram em debate no Brasil, enquanto candidaturas emergem nas eleições estaduais e a questão da moradia se torna urgente.

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A diplomacia brasileira e suas Forças Armadas têm como objetivo principal a manutenção da paz, evitando intervenções em outros países. Essa abordagem é uma lição da Guerra do Paraguai, onde, apesar da vitória, o Brasil enfrentou consequências severas e uma dívida que atrasou o desenvolvimento nacional. A história nos ensina que as guerras trazem perdas para todos os envolvidos.

A Constituição de 1988, sempre buscando garantir a democracia, tem demonstrado sua eficácia, já que presidentes que se colocaram acima dela foram cassados e processados, como demonstram os casos de Dilma, Lula, Collor, Temer e Bolsonaro.

Entretanto, a Constituição não consegue prevenir os perigos associados ao descontrole ambiental que impactam a segurança alimentar. Para enfrentar essa questão, é fundamental uma combinação de legislação, ciência e bom senso, o que se torna um desafio em meio à polarização política que prevalece, na qual há muito barulho e pouca clareza.

Esse desafio se intensifica com o surgimento de pragas como a lagarta-da-maçã e a lagarta-da-espiga-do-milho, que estão se cruzando e se tornando resistentes aos pesticidas. Caso não sejam controladas, suas consequências poderão devastar cultivos como a soja, gerando danos incalculáveis.

Recentemente, Sérgio Gonçalves, vice-governador do União Brasil, confirmou sua candidatura ao governo estadual nas eleições de outubro, após um período de pausa em sua pré-campanha. Sua candidatura poderia dividir o eleitorado que apoia o governo atual, que está alinhado com o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, enquanto ele conta com base no partido e seu fundo eleitoral forte, apesar de ser visto como um alvo fácil pelos opositores.

A Igreja Católica, junto a outras entidades, lançou a Campanha da Fraternidade 2026 sob o tema "Fraternidade e Moradia", abordando a crise habitacional no Brasil. A realidade de milhares de pessoas sem-teto e a falta de infraestrutura em regiões metropolitanas justifica a urgência de debates políticos sobre o assunto, que se unem à crescente insegurança pública.

A Ponta do Abunã, uma região que já pertencera ao Acre e integra Porto Velho, voltou a ser foco de manifestações por sua independência. Este desejo de emancipação depende da vontade política no Congresso Nacional, dado que os entraves enfrentados não podem ser decididos a nível estadual.

A suspensão da pré-campanha da primeira dama Luana Rocha e do irmão do governador, Sandro Rocha, está ligada à determinação do governador Marcos Rocha em concluir seu mandato. Sua relação com o vice-governador, que não atendeu às exigências políticas de Rocha, reflete a tensão interna, complicando ainda mais a situação política em Rondônia.

Marcos Rocha decidiu optar pelo PSD em meio a pressões políticas. Ele se via cercado tanto por aliados que tinham se voltado contra ele quanto por membros do União Brasil que não lhe concederam controle suficiente. O cenário tornou-se insustentável com diversas figuras políticas se alinhando contra Rocha, levando-o a buscar novas alianças.

Antigos políticos, como o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Hermínio Coelho, tentam retornar ao cenário político, com forte apoio entre servidores públicos, enquanto partidos como o PT estão se preparando para eleições estaduais com nomes de peso na chapa. Por outro lado, mesmo sem uma chapa competitiva, o ex-prefeito Hildon Chaves se lançou na disputa pelo governo, determinado a se fazer ouvir.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo