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  • 19 Apr, 2026

Uma nova pesquisa revela que consumir de um a seis ovos por semana pode reduzir em até 29% o risco de morte por doenças cardiovasculares, promovendo longevidade e saúde.

Os ovos são um alimento versátil e nutritivo, consumido no café da manhã por milhões de pessoas ao redor do mundo. Embora tenham uma fama controversa, especialmente devido ao colesterol, uma nova pesquisa traz informações promissoras sobre os benefícios desse alimento comum, mas poderoso.

Um estudo publicado na revista Nutrients, liderado por cientistas da Monash University, na Austrália, analisou o impacto do consumo de ovos na saúde cardiovascular e na longevidade. A pesquisa acompanhou 8.756 pessoas ao longo de seis anos e revelou que aqueles que consomem de um a seis ovos por semana apresentam um risco 29% menor de falecer devido a doenças cardiovasculares e 17% menor de morrer por qualquer causa.

Embora um ovo contenha cerca de 186 mg de colesterol, concentrados principalmente na gema, o estudo apontou que essa ingestão não causa malefícios, nem mesmo em pessoas com colesterol elevado. Isso indica que os ovos podem proporcionar nutrientes que ajudam a equilibrar os efeitos negativos do colesterol.

Além de serem benéficos para o coração, os ovos são aliados no envelhecimento saudável. Eles são ricos em proteínas de alta qualidade, essenciais especialmente para os idosos, pois ajudam na manutenção da massa muscular e no funcionamento geral do organismo ao longo do tempo.

A recomendação dos pesquisadores é clara: consumir de um a seis ovos por semana é suficiente para aproveitar os benefícios à saúde. É importante ressaltar que os ovos devem ser parte de uma dieta equilibrada, onde nenhum alimento deve ser considerado o único vilão ou herói.

Portanto, incluir ovos na dieta pode ser uma escolha simples e saborosa para aqueles que desejam viver de forma saudável e aumentar sua longevidade. Ao quebrar um ovo na cozinha, lembre-se de que você pode estar cuidando do seu coração e do seu futuro.

Fonte da imagem: iStock/nensuria

Fonte das informações: Monash University