Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
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Especial aponta que explorar terras raras sem parcerias internacionais é inviável; para acelerar a cadeia estratégica, aposta-se em investimentos estrangeiros.
Analistas e representantes do setor energético alertam que a retórica nacionalista sobre a exploração de terras raras no Brasil não garante, por si só, benefícios efetivos ao país. Sem parcerias internacionais e investimentos externos, a cadeia produtiva completa dificilmente será construída em tempo hábil para atender a interesses estratégicos.
Mesmo com avanço tecnológico interno e flexibilização de condicionantes ambientais, especialistas estimam que um aproveitamento estritamente nacional das reservas de terras raras levaria, no mínimo, cerca de uma década para apresentar produção comercial relevante.
O debate sobre parcerias internacionais foi reafirmado no seminário "Conexões Sustentáveis", promovido pela agência de promoção comercial do país, voltado a investimentos em hidrogênio de baixo carbono. O evento reforçou o objetivo, previsto no Plano Nacional do Hidrogênio e na política da Nova Indústria Brasil, de atrair capital estrangeiro — em especial da França, Alemanha, Holanda, Noruega e Japão — para estruturar e ampliar a cadeia de hidrogênio de baixo carbono no Brasil.
Integrar fornecedores e tecnologia externos é visto por atores do setor como uma estratégia pragmática para acelerar a participação brasileira na transição energética global, mesmo diante do discurso de soberania sobre recursos estratégicos.
No campo político de Rondônia, concluídos os prazos de desincompatibilização e próxima a encerrar-se a janela partidária, as convenções de julho homologarão candidatos a cargos estaduais e federais, inclusive governador e senador. A maior parte das chapas majoritárias aparece definida, enquanto posições de vice seguem em negociação.
O União Brasil em Rondônia montou uma chapa expressiva para a Câmara dos Deputados. O partido terá dois deputados federais disputando reeleição, entre eles Thiago Flores (Ariquemes), além de candidaturas como a de Célio Lopes (ex-PDT) e do ex-deputado federal Natan Donadon (Vilhena). Na Assembleia Legislativa, a deputada estadual Ieda Chaves (a mais votada nas eleições anteriores) mantém-se como referência na nominata, e a federação com o Partido Progressista deu origem à União Progressista.
As primeiras projeções para a Assembleia Legislativa de Rondônia indicam ampla renovação do quadro parlamentar. Candidatos com votação consolidada em pleitos anteriores, como Laerte Gomes (PSD-Ji-Paraná) e Ieda Chaves (União Brasil–Porto Velho), aparecem como praticamente garantidos. Em contrapartida, ocupantes de mandato por sucessão e demais nomes com votação baixa surgem como vulneráveis, e a disputa na capital promete ser acirrada entre vereadores bem votados e deputados com trajetória em declínio.
No PT local, a estratégia é ampliar a bancada estadual. A sigla tem uma nominata considerada competitiva e avalia como prováveis candidaturas as da ex-senadora Fátima Cleide (Porto Velho) e da deputada estadual Cláudia de Jesus (Ji-Paraná). A eleição de deputados federais depende de alianças; o partido aposta que uma frente unida assegure ao menos uma vaga. A possibilidade de o ex-deputado Expedito Neto ao governo local se beneficiar da polarização nacional também é considerada, com projeções que associam seu desempenho a uma transferência parcial do eleitorado que vota no presidente em nível nacional.
Para 2026, um volume atípico de governadores deixará o cargo sem disputar reeleição: entre eles estão Ratinho Junior (Paraná), Marcos Rocha (Rondônia) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul). Em alguns casos, a saída está ligada a pretensões a outros postos, como o Senado ou iniciativas eleitorais nacionais; em outros, a desistências ou negociações internas.
Em termos eleitorais regionais, três senadores da Amazônia aparecem com vantagem inicial na articulação com os governos estaduais: Marcos Rogério (PL) em Rondônia, Alan Rick (PL) no Acre e Omar Aziz (PSD) no Amazonas. Projetos de infraestrutura de grande porte, como a retomada da pavimentação da BR-319 (conectando Porto Velho a Manaus) e a proposta de construção de uma ponte binacional em Guajará-Mirim sobre o rio Mamoré, são apontados como fatores que podem impulsionar candidaturas alinhadas à agenda do governo federal.
No Cone Sul de Rondônia, o prefeito de Vilhena anunciou retirada da disputa ao governo estadual e declarou que prefeitos da região manifestaram apoio ao senador Marcos Rogério para o cargo e à deputada federal Sílvia Cristina para o Senado. Fontes locais, porém, destacam que o apoio não é unânime, em razão das articulações do ex-prefeito Hildon Chaves, que preside a associação de municípios e mantém forte relacionamento com gestores regionais.
Com a filiação de Hildon Chaves ao União Brasil, observadores apontam enfraquecimento do PSDB no estado, acompanhado por saídas de quadros locais. Entre os que estão fora da disputa ao governo aparecem nomes que desistiram, que foram barrados por inelegibilidade ou que optaram por outros caminhos, segundo assessores e dirigentes partidários.
Projeções iniciais para as duas cadeiras ao Senado em Rondônia indicam formação de frontrunners, entre eles o deputado federal Fernando Máximo (PL) e outra candidatura cujo nome está censurado por decisão judicial. A publicação de candidaturas sob sigilo judicial impede a divulgação de determinados nomes nas reportagens.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
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