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  • 22 Apr, 2026

A Amazônia registrou a perda de 52 milhões de hectares de vegetação nos últimos 40 anos, levando a esforços interministeriais para conter o desmatamento.

A França se destaca como o segundo maior país da Europa, perdendo apenas para a vasta Rússia. Um recente relatório do Mapbiomas revelou que a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa nos últimos 40 anos, uma área equivalente ao tamanho da França. Essa informação reforça a preocupação com o desmatamento na região.

Embora 13% do território amazônico tenha sido desmatado para atividades humanas como pecuária, agricultura e mineração, é alarmante que a maior parte dessas perdas ocorreu nos anos mais recentes, quando já havia tecnologias e estudos que poderiam ter ajudado a minimizar a devastação.

Nos últimos anos, foram estabelecidas várias medidas legais e institucionais para conter a devastação. Entre elas, destaca-se a criação da Comissão Interministerial de Prevenção e Controle do Desmatamento, formada no ano passado e composta por 19 ministérios. O objetivo da comissão é coordenar a fiscalização e implementar políticas de preservação ambiental.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) atua no monitoramento em tempo real da região amazônica e reportou uma redução significativa nos alertas de desmatamento, com uma queda de quase 50% entre 2023 e 2024, gerando otimismo entre os ambientalistas.

No cenário político rondoniense, a pacificação do MDB está longe de ser alcançada. O grupo ligado ao ex-governador Valdir Raupp e à ex-deputada federal Marinha Raupp ainda não se reconciliou com o senador Confúcio Moura, atual presidente da legenda. O deputado Lúcio Mosquini sinalizou a busca por um novo partido, possivelmente alinhado à ala bolsonarista, enquanto os Raupps permanecem em silêncio sobre suas decisões para as próximas eleições.

Com a crescente participação feminina na política de Rondônia, espera-se um aumento na representatividade das mulheres nas próximas eleições. Na Assembleia Legislativa, deputadas como Ieda Chaves, Rosangela Donadon, Tassia e Lebrinha buscam reeleição. Na Câmara dos Deputados, além de Cristiane Lopes, Mariana Carvalho, Sofia Andrade e Juliane Fúria também concorrem, junto à juíza Euma Tourinho. A deputada federal Silvia Cristina também é uma candidata ao Senado.

O Fundo de Participação de Municípios (FPM) informa que os 5,5 mil municípios do Brasil receberão R$ 4,7 bilhões referentes ao mês de outubro, apresentando um aumento de 13% em relação ao ano anterior. A repartição dos recursos é baseada na população de cada município, conforme estimativas do IBGE. Em Rondônia, todos os municípios estão aptos a receber os recursos, com Porto Velho, que concentra quase um terço da população do estado, recebendo a maior parte.

Os próximos encontros da Caminhada da Esperança serão realizados em Rolim de Moura e Vilhena, como parte da mobilização dos nove partidos da coalizão para as eleições do próximo ano. As reuniões têm sido consideradas essenciais pelos líderes dos partidos, incluindo o senador Confúcio Moura e o presidente do PT estadual Anselmo de Jesus, para fortalecer a coalizão.

A crescente violência em Rio de Janeiro levanta preocupações sobre a divisão de responsabilidades entre as esferas estaduais e federais. A população fluminense sofre as consequências desse jogo de empurra. Para um combate mais efetivo ao crime organizado, uma colaboração entre as forças de segurança e uma fiscalização mais rigorosa nas fronteiras é necessária, especialmente em Rondônia, que enfrenta desafios relacionados ao tráfico de drogas e contrabando.

Comércio varejista em Porto Velho enfrenta dificuldades devido ao endividamento da população e à alta taxa de juros. Para até escapar da crise gerada pela falta de consumidores, comerciantes estão em busca de alternativas. Apesar do apoio de ex-presidente Jair Bolsonaro, o pecuarista Bruno Scheidt enfrenta rejeição em sua base eleitoral. O senador Marcos Rogério tem se mostrado presente na capital, deixando em aberto a possibilidade de uma candidatura ao CPA Rio Madeira em 2026, um ano que promete uma disputa acirrada entre novas e antigas lideranças políticas.

Fonte das informações: Rondoniaovivo