Sema prioriza protagonismo indígena para preservar Porto Velho
Vinicius Miguel fortaleceu políticas com povos indígenas de Porto Velho, com educação ambiental, 10 t de sementes nativas para reflorestamento urbano.
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Coluna analisa cenário político de Rondônia: gestão municipal em coalizão, disputa fragmentada à Assembleia e Senado, insegurança urbana e fraudes fiscais.
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Após oito dias no espaço, um astronauta canadense declarou, emocionado, que somos “muito sortudos de viver na Terra”. O comentário ocorreu ao contemplar o planeta e serve de ponto de partida para refletir sobre a condição humana: apesar de reclamações cotidianas sobre clima, países ou vizinhos, a Terra permanece, por ora, o único lar comprovado para a vida humana.
Viver fora da Terra segue sendo um desafio prático e financeiro. Estimativas do mercado hoteleiro espacial citadas na reportagem apontam diárias da ordem de R$ 800 mil para hospedagem fora do planeta. Ao mesmo tempo, a mobilidade humana segue intensa: calcula-se que cerca de 300 mil chineses e um número aproximado de norte-americanos residem no Brasil, enquanto cerca de 5 milhões de brasileiros vivem no exterior. Esses dados ilustram que, se existisse alternativa viável para morar fora da Terra, muitos poderiam considerar partir — mas a opção não existe hoje.
Governo de coalizão
A administração do prefeito Leo Moraes (Podemos), em Porto Velho, vem se consolidando como uma gestão de coalizão, com secretários indicados por diferentes partidos. Entre os nomes no primeiro escalão está Euma Tourinho; outras nomeações foram sugeridas por deputados federais como Cristiane Lopes (recentemente filiada ao Podemos), pelo coronel Chrisóstomo (PL) e por integrantes do PT. A aliança partidária tem favorecido a captação de recursos via emendas e ampliado o acesso da prefeitura à estrutura federal para pleitear verbas.
Ganhando terreno
No cenário eleitoral, o ex-prefeito de Cacoal Adailton Fúria busca avançar nas sondagens para a Assembleia Legislativa com o apoio do governador Marcos Rocha (PSD). Em Porto Velho, a disputa está acirrada: o ex-prefeito Hildon Chaves, candidato pela federação União Progressista, figura como forte adversário. A entrada de Hildon Chaves e de Expedito Neto nas candidaturas diluiu a força inicial de Fúria.
Esquerda rachada
A esquerda em Rondônia chega à eleição fragmentada, com ao menos três postulações apontadas para o governo estadual: Vinicius Miguel (PSB) e Luís Carlos Teodoro (PSOL) estão entre os nomes citados, assim como o ex-deputado federal Expedito Neto (PT); o advogado Samuel Costa também aparece em discussões sobre candidaturas. A divisão interna reduz as chances de um candidato de esquerda chegar a um eventual segundo turno, beneficiando adversários de direita e centro-direita.
Falhas na segurança pública
Em Porto Velho, o problema recorrente do roubo de fiação elétrica em residências, vias e logradouros públicos tem causado prejuízos à população. Autoridades apontam falta de planejamento e coordenação entre as esferas municipal e estadual e a concessionária de energia. Especialistas e moradores sugerem ações conjuntas, como patrulha noturna coordenada, para reduzir furtos ocorridos principalmente durante as madrugadas.
Processos e candidaturas ao Senado
Mesmo enfrentando processos judiciais que podem acarretar inelegibilidade, os ex-governadores Gladson Cameli (Acre) e Antônio Denarium (Roraima) seguem nas disputas por cadeiras no Senado. Os julgamentos foram sucessivamente adiados e devem se estender além do calendário eleitoral, permitindo a participação de ambos na corrida de 2026. Em pesquisas locais, Gladson Cameli aparece bem posicionado na disputa acreana, com o petista Jorge Viana como principal rival.
Via Direta: fraudes e fragmentação
Autoridades fazendárias identificaram esquemas de compra fraudulenta de gado bovino por pecuaristas de outros estados, que têm causado perdas tributárias em Rondônia. No plano partidário, a proliferação de candidaturas à Assembleia Legislativa e a presença de muitos postulantes ao Senado — atualmente cerca de 12 nomes em Rondônia — apontam para forte fragmentação do voto, especialmente em Porto Velho, e possíveis reconfigurações nas legendas locais.
Por Carlos Sperança
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Carlos Sperança
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