Líder indígena em São Paulo recupera 15 espécies de abelhas
Thiago Guarani diz que equilíbrio entre desenvolvimento e meio ambiente só virá com cooperação à natureza; citou recuperação de 15 abelhas e agroflorestas.
Carregando...
LCM foi habilitada para executar obras de melhoria do pavimento da BR‑319 (km 433,1–469,6) por R$144,3 milhões; decisão ocorreu após TRF1 derrubar liminar.
A LCM Construção e Comércio S.A. foi habilitada como vencedora do Pregão Eletrônico 90129/2026 para execução de obras de melhoramento do pavimento da BR-319 no trecho entre os quilômetros 433,1 e 469,6, conhecido como trecho do “Meio”, no estado do Amazonas.
A proposta apresentada pela construtora foi de R$ 144,3 milhões, valor que representa desconto de 31,5% em relação ao orçamento inicialmente estimado pelo governo federal. Em razão dessa diferença considerada elevada, a empresa foi submetida a análise técnica complementar e precisou apresentar garantias adicionais previstas na nova Lei de Licitações antes da confirmação definitiva da contratação.
O avanço do processo licitatório ocorreu após decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que derrubou a liminar que suspendia licitações relacionadas à rodovia. Na decisão, a corte considerou que a paralisação das obras poderia provocar “dano concreto e irreversível ao interesse público”, permitindo a continuidade dos procedimentos administrativos.
A BR-319 é considerada uma via estratégica para a Amazônia por ligar Manaus a Porto Velho. Apesar disso, a rodovia permanece há décadas no centro de disputas envolvendo preservação ambiental, logística regional e políticas de integração nacional, com frequentes debates sobre os impactos socioambientais e econômicos das intervenções.
Além do contrato para o trecho do “Meio”, aguarda definição outro edital para recuperação de 120,5 quilômetros da BR-319, com orçamento estimado em R$ 430,9 milhões. A própria LCM também foi mencionada recentemente em contrato emergencial de cerca de R$ 41 milhões para intervenções na mesma rodovia federal.
A retomada das obras reflete a pressão do governo federal para avançar na recuperação da BR-319, mas o tema divide atores locais e nacionais. Defensores argumentam que a estrada é fundamental para a integração econômica e para reduzir o isolamento logístico de Rondônia e Amazonas; críticos apontam riscos de expansão desordenada do desmatamento e de ocupação irregular em áreas sensíveis da Amazônia.
Com a habilitação condicionada à apresentação de garantias e à conclusão das análises técnicas, os próximos passos do processo licitatório dependem da regularização dessas exigências e do acompanhamento judicial e administrativo das obras, que permanecem sob atenção de autoridades, setores produtivos e organizações ambientais.
Fonte da imagem: Divulgação
Fonte das informações: Rondoniaovivo
Thiago Guarani diz que equilíbrio entre desenvolvimento e meio ambiente só virá com cooperação à natureza; citou recuperação de 15 abelhas e agroflorestas.
Câmara de Porto Velho aprovou cessão da estrutura do futuro Hospital Municipal à gestão federal (UFRO/Ministério da Saúde); abertura deve começar de imediato.
Txai Suruí alerta que o asfaltamento da BR-319 aumenta invasões e grilagem, pressiona a biodiversidade e exige corredores, demarcação e medidas de proteção.
These cookies are essential for the website to function properly.
These cookies help us understand how visitors interact with the website.
These cookies are used to deliver personalized advertisements.