Carregando...

  • 19 Apr, 2026

O Congresso brasileiro enfrenta uma nova polarização, agora entre grupos preocupados com os impactos do ajuste fiscal, enquanto o governo Lula planeja medidas para revitalizar o mercado imobiliário em áreas afetadas.

```html

A polarização entre conservadores e liberais, que se resume ao desgastado embate entre lulismo e bolsonarismo, está dando lugar a uma nova discussão no Congresso Nacional. Atualmente, a conversa gira em torno de quem deve arcar com o ajuste fiscal: os ricos ou os pobres. As questões de saúde dos ex-presidentes Lula e Bolsonaro podem conduzi-los a uma posição secundária, tornando-os meros cabos eleitorais. Neste contexto, o Centrão parece favorecer uma repartição da conta entre as classes sociais, mas os pobres, que frequentemente votam em representantes da elite, podem acabar pagando mais, pois sua representação é menos efetiva. Isso sugere que a polarização atual pode se desvanecer nos próximos meses.

Uma polarização que deve prevalecer por anos é entre os desenvolvimentistas e os ambientalistas. Os desenvolvimentistas defendem grandes obras, mesmo cientes dos riscos ambientais, enquanto os ambientalistas acusam a ação humana de ser responsável pelo aquecimento global e se opõem a projetos que possam impactar a natureza, como a Ferrogrão e a exploração de petróleo no delta do Rio Amazonas. Embora os desenvolvimentistas dominem os debates internos, eles enfrentam resistência na opinião pública global, onde os ambientalistas são cada vez mais influentes e retratam grandes obras como agentes de colapso ecológico. Isso pode acarretar sérios problemas para o Brasil, que almeja se desenvolver e se tornar um país de primeiro mundo, seguindo a agenda dos desenvolvimentistas, a despeito do temor difuso dos ambientalistas.

No que diz respeito às eleições de 2026, alguns potenciais candidatos ao governo de Rondônia mostram-se cautelosos, evitando antecipar o processo sucessório. O ex-governador e atual senador Confúcio Moura afirma não ser pré-candidato, embora esteja realizando uma campanha informal, enquanto Marcos Rogério, do PL, assegura sua candidatura à reeleição ao Senado, embora esteja suspenso em sua preparação. O vice-governador Sergio Gonçalves também tem se mantido discreto, mesmo após ter sofrido ameaças de adversários. Outras figuras como Adailton Fúria, do PSD, e Hildon Chaves, do PSDB, continuam animados para a disputa.

O governo de Lula está elaborando um pacote de medidas voltadas para o mercado imobiliário, que atravessa dificuldades em diversas regiões do país, incluindo Porto Velho. O setor imobiliário da capital rondoniense está enfrentando uma bolha e vendas em baixa, levando corretores a buscar bicos para cobrir despesas mensais. As incorporadoras também expressam preocupações com as altas taxas de juros para a aquisição de imóveis, que atualmente apresentam um grande desafio para o setor.

Alguns pré-candidatos a governos estaduais em Rondônia estão enfrentando dificuldades. O deputado federal Lucio Mosquini, do MDB-RO, tinha a intenção de consolidar sua candidatura ao CPA, mas diminuiu seus contatos e provavelmente buscará uma reeleição, já que a concorrência pelo Senado na região central está acirrada, com figuras de peso na disputa. Mosquini também teve dificuldades internas ao perder o comando da presidência estadual do MDB, resultado de sua declaração de apoio a Bolsonaro, num partido que tem se alinhado ao governo Lula.

Por outro lado, o deputado estadual Delegado Camargo está se destacando e ampliando sua base para as eleições de 2026. Ele busca expandir sua influência desde o Vale do Jamari até Porto Velho e Ji-Paraná, visando uma candidatura à Câmara dos Deputados ou até ao Senado, destacando-se como um dos poucos parlamentares ativos na Assembleia Legislativa.

Em outros tópicos, prefeitos da região Sul do Amazonas, incluindo Manicoré e Humaitá, solicitaram ao governo Lula uma diminuição nas fiscalizações ambientais, uma medida que visaria beneficiar os garimpos ilegais no Rio Madeira. Essa situação tem causado tensões significativas na região. Além disso, uma ex-prefeita do interior de Rondônia, que recebeu atendimento no Hospital do Amor, tem sido objeto de comentários na política local devido à sua saúde, sendo lembrada como uma das melhores administradoras do estado nas décadas de 1980 e 1990.

Fonte da imagem: Divulgação

Fonte das informações: Rondoniaovivo

```