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Durante audiência na Câmara, Coronel Chrisóstomo questiona o diretor da PF sobre fraudes no INSS e o envolvimento do irmão de Lula, enfatizando a autonomia da polícia nas investigações.
Na terça-feira, 9 de outubro, ocorreu uma audiência pública na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, onde o deputado federal Coronel Chrisóstomo, do PL de Rondônia, questionou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, sobre fraudes relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O parlamentar abordou o possível envolvimento do Sindicato Nacional dos Aposentados, presidido por Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Coronel Chrisóstomo trouxe à tona reportagens que indicam a falta de investigações sobre Frei Chico e demandou esclarecimentos, afirmando que informações veiculadas pelo portal Brasília 247 destacavam que ele não era alvo das investigações. “O que o senhor tem a dizer para o Brasil sobre isso?”, questionou o deputado.
Em sua resposta, Andrei Rodrigues afirmou que Frei Chico não está entre os investigados. “Essa entrevista à qual o senhor se refere se trata de um mal-entendido”, elucidou, explicando que não houve busca e apreensão na entidade e reafirmou que o irmão do presidente não está sendo investigado.
O deputado também questionou uma declaração anterior de Rodrigues que negou investigações contra o sindicato vinculado ao irmão de Lula. O diretor destacou que esteve em uma coletiva com ministros da Controladoria-Geral da União, da Previdência e da Justiça, onde a entidade em questão estava em uma lista pública de instituições sob investigação, afirmando: “Não há dúvida de que está sob investigação”.
Coronel Chrisóstomo ainda mencionou uma declaração do presidente Lula sobre uma reunião com a Polícia Federal para discutir investigações relacionadas a fraudes no INSS. O deputado indagou se houve alguma interferência por parte do presidente, ao que Rodrigues garantiu que a Polícia Federal atua com total autonomia e independência. “Temos absoluta autonomia para montar nosso time e conduzir toda a investigação sem interferência alguma do presidente”, garantiu o diretor.
O parlamentar enfatizou que as fraudes no INSS não começaram no governo de Jair Bolsonaro, contestando a narrativa de parlamentares governistas. “A esquerda está mentindo. O delegado-geral confirmou que a PF investiga desde antes de 2017. Portanto, essa bagunça não começou com Bolsonaro”, afirmou.
Ao final de sua intervenção, Coronel Chrisóstomo prestou homenagem aos agentes da Polícia Federal que atuam em Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia. Ele reconheceu os desafios enfrentados na região e se colocou à disposição da corporação: “Parabéns aos guerreiros da Polícia Federal. Sempre estarei à disposição para destinar recursos à instituição”, concluiu.
Fonte da imagem: Assessoria
Fonte das informações: Assessoria
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