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  • 19 Apr, 2026

O Brasil enfrenta desafios para explorar suas reservas de terras raras e lítio, com problemas políticos e econômicos que dificultam avanços na área.

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O Brasil possui grandes reservas de terras raras, 17 elementos químicos fundamentais para diversas indústrias, incluindo veículos elétricos e tecnologia médica. No entanto, o país enfrenta desafios significativos para aproveitar essas reservas, como questões ambientais, a falta de uma política industrial clara e obstáculos tecnológicos e políticos. Problemas principais incluem a incapacidade dos líderes políticos de priorizar agendas acima de suas disputas pessoais e a necessidade de investimentos a longo prazo, algo que contrasta com a visão de curto prazo comum na política brasileira.

Além da política nacional sobre terras raras, questões relacionadas ao lítio são também cruciais. Com a sétima maior reserva mundial deste recurso, o Brasil deve participar ativamente nas discussões sobre a criação de uma organização similar à OPEP, voltada para o lítio, envolvendo países como Chile, Bolívia e Argentina. Contudo, a unidade entre esses países é fragilizada por tensões políticas, especialmente após a gestão do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Na área social, a Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz à tona o problema da moradia em Porto Velho, onde mais de 370 mil pessoas pagam aluguel, e existem 68 favelas. Histórico de soluções habitacionais na capital, como a distribuição de terrenos nos anos 1980, ainda não foi suficiente para reduzir o déficit habitacional.

O espaço da antiga faculdade católica em Porto Velho passa por reformas para abrigar batalhões da polícia militar e administradores da corporação. A revitalização deste espaço busca melhorar a segurança em uma região marcada por altos índices de criminalidade e degradação, como assaltos e depredações.

Em relação ao cenário político, o ex-deputado Jair Montes, presidente do Avante, anunciou a adesão do ex-presidente da Assembleia Legislativa Marcelo Cruz e seu grupo ao partido, fortalecendo a nominata do Avante e sua influência nas próximas eleições estaduais. O apoio a um candidato a governador ainda não foi definido, mas a movimentação política indica mudanças nas alianças regionais.

No âmbito do tráfico de drogas, indivíduos de Rondônia comandam operações a partir de Maceió e Fortaleza, integrando a chamada Conexão Nordeste. Esse esquema envolve o transporte de cocaína, originária da Bolívia, para um centro de distribuição em Porto Velho, que então a redistribui para o Nordeste e possivelmente para o mercado europeu através do porto de Roterdã.

Com as eleições se aproximando, candidatos ao governo estadual começam a se destacar. O senador Marcos Rogério (PL), o atual prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), e o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), já estão realizando visitas pelo estado. Outros nomes também ganham destaque, como Expedito Neto e o vice-governador Sérgio Gonçalves (União Brasil), que estão buscando apoio popular.

Em um cenário eleitoral polarizado, lulistas e bolsonaristas tentam assegurar suas posições para o segundo turno nas eleições presidenciais. Enquanto isso, em Rondônia, movimentos políticos ocorrem para definir alianças entre partidos históricos, com o MDB e o PDT buscando um candidato ao governo, sob a liderança do senador Confúcio Moura e do ex-senador Acir Gurgacz. Críticas também são direcionadas ao governo atual por parte de figuras como o deputado Delegado Camargo.

Fonte das informações: Rondoniaovivo