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  • 07 Jun, 2026

O Campeonato Mundial de Vôlei Feminino de 2025, que começa em 22 de agosto na Tailândia, tem o Brasil como forte candidato, buscando seu primeiro título.

O Campeonato Mundial de Vôlei Feminino de 2025 terá início em 22 de agosto, na Tailândia, com o Brasil figurando como uma das principais candidatas ao título. Este torneio conta com a participação de 32 seleções, um novo formato introduzido pela FIVB. A equipe brasileira, comandada por José Roberto Guimarães, busca sua primeira conquista mundial, após ter sido vice-campeã em quatro edições anteriores (1994, 2006, 2010 e 2022) e conquistar o bronze em 2014.

Na fase inicial, o Brasil enfrenta a Grécia, a França e Porto Rico, competindo no Grupo C em Chiang Mai. A estreia contra a Grécia está agendada para 22 de agosto, às 9h30, horário de Brasília. Os jogos seguintes serão contra a França no dia 24 e Porto Rico no dia 26. Avançar em primeiro ou segundo lugar será fundamental para evitar confrontos difíceis nas etapas eliminatórias.

Com a aproximação do evento, muitos torcedores estão se preparando para acompanhar o Mundial, realizando apostas e prognósticos para garantir entretenimento durante as partidas.

A Seleção Brasileira Feminina entra no torneio com um equilíbrio notável entre experiência e juventude. Gabi Guimarães, eleita a segunda melhor jogadora do mundo em 2024, é uma das principais estrelas do time e desempenha um papel decisivo nas jogadas. Junto a ela, a levantadora Macris traz habilidade e visão tática, sendo uma peça-chave no comando do jogo.

O time conta ainda com a presença de Julia Kudiess, a melhor central da Liga das Nações 2025, e a experiente Thaísa, além das promissoras jovens Ana Cristina e Julia Bergmann, que se destacaram em competições recentes. Jheovana também tem chamado a atenção com suas atuações impactantes em momentos críticos.

Dentre os concorrentes ao título, a Itália, atual campeã olímpica, se destaca como a principal ameaça ao Brasil, com Paola Egonu como sua principal atacante. Os Estados Unidos se mostram consistentes e organizados, enquanto a Turquia, após vencer a Liga das Nações, tem suas jogadoras-chave, Melissa Vargas e Zehra Güneş, como apostas para os confrontos. China e Japão exemplificam a disciplina tática do vôlei asiático, e seleções como Polônia, que joga em casa, e Sérvia, atual campeã, têm potenciais competitivos fortalecidos.

Além do debut de 32 seleções, o Mundial establecerá um formato bienal, e o Brasil terá um caminho a percorrer após a fase de grupos, com a expectativa de disputar os jogos eliminatórios em Bangkok até a final marcada para 7 de setembro. Os primeiros jogos apresentam desafios, mas a partir das oitavas de final, o Brasil poderá encontrar adversários como China ou EUA, demandando preparo físico e mental significativos.

Esse torneio representa o ápice de um ciclo de renovação iniciado após os Jogos de Paris 2024. José Roberto Guimarães, com ampla experiência olímpica e em mundiais, está à frente desse processo, promovendo uma preparação que inclui o monitoramento físico das atletas em países europeus. Se o Brasil conseguir manter a consistência e foco, terá verdadeiras oportunidades de conquistar o título inédito.

Fonte da imagem: Assessoria

Fonte das informações: Idaron